Encerramento do Campeonato de Xadrez na Faccat premia jogadores em Taquara

Município: Taquara

Competição visou integrar os municípios do Vale do Paranhana e incentivar a prática do xadrez CRÉDITO: DANIEL BITELLO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Competição visou integrar os municípios do Vale do Paranhana e incentivar a prática do xadrez CRÉDITO: DANIEL BITELLO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O encerramento do 9º Campeonato Regional de Xadrez do Vale do Paranhana ocorreu na noite de 28 de novembro, no Centro de Eventos das Faculdades Integradas de Taquara (Faccat). Houve a premiação dos jogadores que mais pontuaram ao longo das etapas realizadas durante o ano. O evento, promovido pelos municípios da região em parceria com a Faccat, teve organização de Antônio Carlos Duarte de Souza e Adriano Coimbra.
O campeonato teve por objetivo integrar os municípios do Vale do Paranhana e incentivar a prática do xadrez na região, sobretudo nas escolas, visto que a modalidade é uma ferramenta poderosa no desenvolvimento e aprendizado das crianças e jovens, desenvolvendo inúmeras habilidades, como o raciocínio lógico, a tomada de decisão e a concentração. O evento homenageou também o enxadrista Clebert Ivo Ferrer (em memória), além de destacar o apoio da Associação dos Municípios do Vale do Paranhana (Ampara), dos prefeitos e secretários de Educação da região e da Faccat, que acreditaram no projeto.
O campeonato premiou as cinco categorias (masculino e feminino), além do município destaque, Parobé, que teve a participação de 453 enxadristas; e da escola destaque, Maltus Krummenauer, também de Parobé, que participou com 153 competidores. A solenidade de premiação foi prestigiada pelo diretor-geral da Faccat, Delmar Backes; pela presidente da Ampara – secretários de Educação, Eunice Luzia Salim Silveira; pelo presidente da Ampara – prefeitos, Joel Leandro Wilhelm, prefeito de Igrejinha; prefeito de Parobé, Moacir Clomar Jagucheski; e dos secretários de Educação de Igrejinha, Luís Carlos Trombeta; de Parobé, Carlos Alberto Finger; de Taquara, Antônio Edmar Teixeira de Holanda; e de Três Coroas, Viviane Anai Rothe.

Escola de Taquara ganha Ecoponto para recolher resíduos sólidos

Município: Taquara

Emef Nereu Wilhelms é a segunda a receber o projeto CRÉDITO: MAGDA RABIE/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Emef Nereu Wilhelms é a segunda a receber o projeto CRÉDITO: MAGDA RABIE/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Na última quinta-feira, dia 23, ocorreu a inauguração do Ecoponto da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Nereu Wilhelms, localizada no bairro Medianeira. A ideia é que as 28 escolas que têm Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vidas) tenham o seu próprio Ecoponto para o recolhimento de resíduos sólidos: papel, plástico e metal. No município, também já está em andamento o Ecoponto da Emef João Martins Nunes. O projeto é uma parceria da secretaria municipal de Educação, Cultura e Esportes (Smece), Rotary Club de Taquara, Instituto Vitória, Cooperativa de Reciclagem e Limpeza (Cooreli) e Com-Vidas que integram alunos mobilizadores e incentivadores das causas ambientais na escola e no bairro e darão prosseguimento ao projeto.
A coordenadora do Com-Vida da escola, professora Catiuscia Oliveira, salienta que este é o segundo ano em que está a frente do Com-Vida e que já conseguiram atender a muitas demandas. “Hoje, temos mais essa oportunidade de melhorar o nosso planeta, em parceria com a Cooreli e o Rotary. A Cooreli teve esta ideia muito bacana de nos ajudar a separar melhor o lixo. O que eles fazem é tentar reduzir os resíduos, pois demoram muito tempo para se decompor, prejudicando o meio ambiente. O simples ato de dispensar o lixo no lugar certo ajudará muito a nossa vida. Só na escola, temos quase 300 alunos. Se todos ajudarem com as suas famílias, logo o bairro todo estará empenhado neste projeto”, destaca.
O coordenador da Cooreli, Alexandre Cândido, lembra que o projeto se iniciou a partir de uma ideia simples, mas que tomará uma grande proporção. “Teremos cinco anos para instituir de forma gradual este projeto em Taquara. Vamos conseguir, com a comercialização destes resíduos coletados na escola, uma receita que voltará ao educandário. Presumimos que, de cinco a 10 anos, a cidade de Taquara vai ser um exemplo de separação de lixo, uma referência a outras cidades”, afirma o coordenador, que oferece todo o apoio e a assistência às escolas para a efetivação do Ecoponto.
Ativista das causas ambientais, a representante do Rotary Club de Taquara, Nara Mattos, diz que uma das ênfases do clube de serviços é em prol do meio ambiente. “A importância do cuidado com o nosso planeta está ligada com a separação dos resíduos. Se conseguirmos aproveitar ao máximo os resíduos, o retorno será constante, vamos diminuir o lixo, acabar com os aterros sanitários e fazer com que o dinheiro usado para a contratação de aterros seja utilizado para reciclar e reaproveitar, devolvendo os recursos à saúde e à educação pública. Essa conquista depende de todos nós”, ressalta Nara.
A coordenadora da Educação Ambiental de Taquara, Sabrina Amaral, salienta que uma das questões importantes do projeto é a conquista de parcerias. “Trabalhamos em parceria, e isso é o que está fazendo este projeto sobressair. O professor Holanda foi o primeiro incentivador, e temos duas instituições que completam este tripé, que são a Cooreli e o Rotary – eles fazem toda a diferença no nosso trabalho, pois nos trazem alternativas de mudanças. Reconhecer que o meio ambiente não se cuida somente em determinadas épocas, mas sempre, é que temos que pensar. Temos que nos desenvolver, crescer, mas temos que preservar. Sem preservar, não sobrevivemos”, observa.
O secretário municipal de Educação, Cultura e Esportes, professor Antônio Edmar Teixeira de Holanda, relata o momento como importante à educação. “É através da educação que podemos mudar o mundo. É através das parcerias que fazemos estes momentos tornarem-se realidade. Todos os dias temos que nos preocupar com o lixo que fazemos e que isso é um problema nosso, não de quem o recolhe na frente da nossa casa. Vocês são o futuro, por isso a mudança depende muito de vocês”, reitera o secretário.

Pacto de alfabetização visa formar 200 professores em Taquara

Município: Taquara

Pnaic 2017/2018 foi lançado no dia 8 de novembro, no auditório da Faccat CRÉDITO: MAGDA RABIE/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Pnaic 2017/2018 foi lançado no dia 8 de novembro, no auditório da Faccat CRÉDITO: MAGDA RABIE/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Professores das redes municipal e estadual participaram, no dia 8 de novembro, do lançamento do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) 2017/2018, realizado no auditório das Faculdades Integradas de Taquara (Faccat). Cerca de 200 professores integram a formação (100 horas no total) que visa assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao fim do 3º ano do Ensino Fundamental. O Pnaic é destinado a professores municipais e estaduais alfabetizadores do 1º ao 3º ano, professores das salas de recursos, da Educação Infantil, do Programa Novo Mais Educação, supervisores pedagógicos e diretores das escolas onde não há supervisoras.
O pacto, segundo mencionou a coordenadora local do Pnaic, Simone Tomazini da Luz, foi lançado em 2012, abrangendo do 1º ao 3º ano, especialmente destinado às professoras alfabetizadoras. Em 2013, iniciou-se o estudo da parte da linguagem com encontros e formações. Em 2014, a matemática também é integrada do 1º ao 3º ano, mas ainda destinado às professoras alfabetizadoras. Em 2015, abrangeu-se, além das áreas de linguagens, as demais disciplinas e foram revistos os planos de estudo e a questão da avaliação. Os trabalhos envolvendo as áreas da linguagem e do letramento continuaram em 2016.
“Em 2017, o Pnaic veio com uma nova forma, incluiu a Educação Infantil, crianças a partir de quatro anos de idade, tanto das escolas municipais de Educação Infantil (Emeis) quanto das de Ensino Fundamental (Emefs), o Programa Novo Mais Educação, professores alfabetizadores do 1º ao 3º ano municipais e estaduais e, junto, desde 2016, as coordenadoras pedagógicas”, destaca Simone. “O objetivo da formação é auxiliar os professores com novas estratégias, novas metodologias, questões de avaliação, do lúdico. Não vamos trazer nada pronto, nada mágico, é uma troca. Vamos juntos desenvolver um trabalho que otimize a Educação em Taquara”, afirma Simone.
Em Taquara, nove professores, coordenados por Simone da Luz, ministram as formações aos demais docentes. Na área da Educação Infantil, a formação será destinada pelas professoras Sandra Luzia Corrêa, Caroline de Almeida Jaeger e Ananda Soares dos Santos. Para os professores do Programa Novo Mais Educação quem ministrará a formação será a professora Indira Cezar, e, para os professores do 1º ao 3º ano, a formação será passada pelas professoras Luciana Michele Martins Alves, Solange dos Reis Lopes, Thaís Nathali Haag, Cátia Jussane Policarpo e Carina Policarpo.
Participando do evento, o secretário municipal de Educação, Cultura e Esportes, Antônio Edmar Teixeira de Holanda, salienta a importância do pacto. “O papel de vocês, alfabetizadoras, é importantíssimo. Em um levantamento feito pelo Ministério da Educação, foi revelado que há, pelo Brasil, crianças analfabetas no 6º e no 7º ano. Isso é aterrorizante. A mudança depende de vocês explorarem e aproveitarem muito estes momentos, pois vocês é que farão as coisas acontecerem. O salto que a educação de Taquara está dando é por causa de vocês”, relata o secretário.
A vice-diretora da (Faccat), Carine Backes Dörr, também prestigiou o evento. “Vocês percebem a importância que têm na Educação de nossa região, nenhum país desenvolve sem educação, nós estamos em desenvolvimento e temos um caminho longo que começa com nossas crianças. São sementes que estão começando a germinar. A criança está descobrindo o mundo, e precisamos estar comprometidos e motivados a deixar que elas continuem a procurar novas informações, o nosso papel, mais que letramento e alfabetização, é despertar o interesse e a alegria em aprender. Se não conseguirmos despertar essa vontade, talvez ela pare de estudar. Este é o nosso desafio”, comenta Carine. Também participou do lançamento do Pnaic a professora doutora Maria de Fátima Reszka, coordenadora do curso de Pedagogia da Faccat.
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelo governo federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios. A equipe de trabalho conta com as coordenadoras estaduais da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (Crea), Lediane Garcia Lucena e Márcia Carvalho, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-RS), tem o apoio de universidades federais. Em Taquara, o Pnaic também tem a parceria da Faccat, desde a sua primeira edição.

Parceria busca reduzir o prazo para registro de novas empresas em Taquara

Município: Taquara

Processo de implantação da Redesim teve início na cidade CRÉDITO: CLEUSA SILVA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Processo de implantação da Redesim teve início na cidade CRÉDITO: CLEUSA SILVA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Ciente de que um dos entraves no desenvolvimento econômico de um município é a demora na legalização de pessoas jurídicas, a administração firmou uma parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae-RS) visando reduzir o prazo para registro de novas empresas. Após tratativas feitas com o vice-prefeito, Hélio Cardoso Neto, e com o secretário de Orçamento e Finanças, João Carlos de Moura, foi dado o início do processo de implantação da Rede Nacional para Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (Redesim).
Instituída pela Lei Federal nº 11.598/2007, que estabelece diretrizes e procedimentos para a simplificação e integração do processo de registro e legalização de empresários e de pessoas jurídicas, a Redesim tem como objetivo tornar as etapas de registro de novas empresas mais eficientes e eficazes, através do sistema Integrar, que propõe a comunicação entre todos os setores envolvidos nas etapas de registro. Durante a abertura do curso Implantação da Redesim, no auditório cedido pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) de Taquara, na manhã do dia 23 de outubro, a técnica do Sebrae-RS da gerência regional Sinos, Caí e Paranhana, Paula Nicolini, falou sobre as melhorias que essa integração de serviços proporcionará ao município e ao cidadão.
“Além de a prefeitura ter o controle das empresas que estão se instalando no município e dos locais de interesse dos futuros empreendedores, com a Redesim, também será possível facilitar a vida do empresário, que não precisará mais ficar percorrendo secretaria por secretaria, bastando apenas entregar sua solicitação na prefeitura, a uma pessoa que ficará encarregada de fazer com que esse processo circule até a liberação final”, explicou Paula. Para o vice-prefeito Cardoso, que, representando o prefeito Tito Livio Jaeger Filho, participou dos dois dias do curso ministrado pela consultora do Sebrae-RS, Patrícia de Moraes, a implantação da Redesim será um marco para Taquara, já que reduzirá consideravelmente o tempo para registro e legalização de empresas, de 120 dias para um prazo previsto de cinco dias úteis. “Essa base de dados centralizada, com uma única entrada de dados cadastrais e documentos, facilitará o controle dos órgãos de fiscalização, aumentando o número de formalização de empresas, melhorando também a base de dados do Plano Diretor Municipal e auxiliando na tomada de futuras decisões”, analisou.
Além do vice-prefeito e do secretário Moura, também participaram do curso os secretários de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária, Direcinei Antonelo; e de Meio Ambiente, Sérgio Prates de Moraes; além de servidores dessas três secretarias, de Planejamento e Urbanismo e dos setores de Tributação e Vigilância Sanitária, que visam ao desenvolvimento econômico do município. Concluído esse curso, a administração municipal terá 15 horas de consultoria com o Sebrae-RS, para trabalhar as tabelas de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (Cnae), e mais oito horas de consultoria sobre o sistema Integrar. A previsão é de que a Redesim seja implantada a partir de dezembro deste ano.

Aulas gratuitas reforçam a importância da atividade física em Taquara

Município: Taquara

Participantes do grupo Academia no Parque são orientados por Daniel Bangel CRÉDITO: CLEUSA SILVA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Participantes do grupo Academia no Parque são orientados por Daniel Bangel CRÉDITO: CLEUSA SILVA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A saúde dos taquarenses tem sido alvo de muitos projetos voltados à prevenção de doenças. E as aulas gratuitas oferecidas no Parque Municipal do Trabalhador, de segunda a sexta-feira, têm como principal objetivo reforçar a importância da prática regular de atividades físicas. Definida como um conjunto de ações que são realizadas como forma de gasto de energia e que resultam em alterações no organismo, a atividade física reúne diversos movimentos corporais, que exigem ou não a aplicação de certas aptidões físicas, beneficiando também o desenvolvimento mental e social.
Desenvolvido pela diretoria de Esportes, vinculada à secretaria municipal de Educação, Cultura e Esportes, o Projeto Academia no Parque oferece aulas gratuitas de alongamento, sessões de abdominais e caminhadas, atualmente com o acompanhamento do acadêmico de Educação Física, Daniel Bangel. Há quatro anos participando do grupo de atividades, Cleuza Jussara Ritzel, moradora do bairro Jardim do Prado, destacou a importância do projeto, enquanto praticava os exercícios de alongamento com mais de 10 pessoas: “Além da parte estética, que resulta em uma melhora na nossa autoestima, e da saúde, evitando o aparecimento de algumas doenças, essas aulas também são uma forma de diversão e de encontrar com os amigos que, assim como eu, já participam do Academia no Parque há muito tempo e não perdem nenhuma aula”.
Segundo o acadêmico de Educação Física, que estipula as atividades de acordo com os objetivos e resistência física da maioria dos participantes, as aulas são realizadas de segunda a sexta-feira de forma gratuita e destinadas a todos os taquarenses. “Além das atividades já propostas, eu também vou adaptando o cronograma de acordo com as solicitações dos participantes. Quem estiver interessado em participar das nossas aulas é só vir até o Parque do Trabalhador no dia e horário de sua atividade de preferência”, destaca Bangel. As aulas de alongamento são realizadas às segundas, terças e sextas-feiras, às 8h45min – mesmo horário dos exercícios de abdominal, realizados as quartas e quintas-feiras. Já as caminhadas ocorrem às terças e quintas-feiras, às 8h.