Atividades especiais lançam Programa de Esporte e Lazer em Canoas

Município: Canoas, Sem categoria

Início das aulas ocorreu no último dia 16 de março CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Início das aulas ocorreu no último dia 16 de março CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A secretaria municipal de Esporte e Lazer (Smel) marcou, na última quinta-feira, dia 16 de março, o início das atividades do Programa de Lazer, Atividade Física e Saúde (Plafs) nos diferentes espaços esportivos da cidade. A organização mobilizou os frequentadores em aulas especiais no Parque do Capão do Corvo, Centro de Esporte e Lazer Mathias Velho, Praça da Juventude Nelson Mandela, Centro de Esporte e Lazer São José, Praça CEU e Centro Martin Luther King.
No Capão do Corvo, os frequentadores lotaram a sala de ginástica para acompanhar a aula de zumba do professor João Henrique da Silva Neto. Entre os alunos, a pedagoga Helena Trevisan, moradora do bairro Marechal Rondon, relata que frequenta o parque há 20 anos e hoje faz as aulas de local e zumba. “Acredito que a população precisa valorizar espaços como este, que proporcionam aulas de graça. Mantenho meu preparo físico aqui sem precisar pagar com musculação fora”, contou Helena, destacando entre outros benefícios a formação de grupos de amigos que convivem juntos há anos. “Quase todos os alunos se conhecem”, acrescentou.
Para quem precisa queimar calorias, a zumba é uma excelente opção, garante o professor João Henrique. “No mínimo, o aluno perde 500 calorias, podendo chegar até mil, dependendo da intensidade do treinamento. A zumba, por exemplo, permite a socialização dos alunos, gasto calórico. Inclusive pessoas portadoras de deficiência podem fazer, assim como alunos da terceira idade ou com problemas de lesão. O professor consegue adaptar o ritmo ao perfil do público”, explicou o professor. Para participar das aulas oferecidas no município, o aluno precisa fazer a inscrição no local, já levando um atestado médico.
O titular da Smel Roberto Tietz frisa a importância do trabalho estratégico das atividades esportivas oferecidas no município. “Quem faz uma aula está cuidando do corpo e como consequência evitando problemas de saúde futuros, apenas para citar um exemplo”, disse Tietz.

 

Equipes intensificam trabalho de campo contra o Aedes aegypti em Alegrete

Município: Sem categoria

Agentes encontram resistência nas visitas e, mesmo que não sejam atendidos, seguem combatendo o mosquito CRÉDITO: PAULO ANDRÉ DUTRA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Agentes encontram resistência nas visitas e, mesmo que não sejam atendidos, seguem combatendo o mosquito
CRÉDITO: PAULO ANDRÉ DUTRA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Período crítico para a proliferação do Aedes aegypti, as equipes de Vigilância em Saúde Ambiental intensificam, no verão, o trabalho de campo. Os 20 agentes visitam todas as casas, mesmo que não sejam atendidos, tenham permissão negada para visitar o terreno ou sofram ameaças. Na semana passada, a agente Josiane Siqueira e a estagiária Queronlai dos Santos vistoriavam o bairro Assunção. Segundo Josiane, que atua no setor há oito anos, o trabalho é dificultado pela ausência dos moradores ou mesmo a má vontade deles. “Casas mais bonitas são onde menos nos deixam entrar. Pessoas mais humildes dificilmente não nos autorizam”, relata a agente. A informação é ratificada pelo coordenador do setor, Marco Bianchi: “nosso maior problema é a recusa. Não podemos obrigar, é uma questão de conscientização”, afirma.

Nos meses de novembro, dezembro e janeiro, foram 271 coletas de amostras em residências, terrenos baldios ou comércios e 121 em pontos estratégicos (borracharias, lavagens, postos de combustíveis, entre outros), o que indica um elevado número de locais com possíveis criadouros do mosquito. Mesmo assim, não houve confirmação de nenhum foco até o momento. Em 2015, foram encontrados 16 focos na zona urbana.
A Vigilância Epidemiológica está recebendo desde dezembro o apoio também dos visitadores do PIM e agentes comunitários de saúde na orientação das famílias e identificação de pontos críticos. Os cerca de 100 servidores receberam treinamento de como proceder durante visitas e atendimentos. “Vamos trabalhar em conjunto. Estamos organizados e planejados para esta tarefa”, garante a secretária Maria do Horto Salbego.
A pasta de Saúde reuniu-se com o comando do 10º B Log e fez um treinamento recente com diversas organizações militares para orientação sobre cuidados nos quartéis e a participação deles na força-tarefa proposta pelo Ministério da Saúde. Também houve a apresentação de um plano de ação para as secretarias de Saúde da região, Defesa Civil e o comando da 2ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, proposto pela 10ª Coordenadoria Regional de Saúde, que deve ocorrer nos dias 13, 15, 16, 17, 18 e 19 deste mês. O Exército trabalhará na informação e auxílio para eliminar criadouros.

 

Pesquisa da Univates de Lajeado analisa a produção do suco de uva orgânico

Município: Lajeado, Sem categoria

Projeto inclui análise sobre propriedades químicas e conta com a colaboração da Vinícola Garibaldi CRÉDITO: LUKAS HAFELLE/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Projeto inclui análise sobre propriedades químicas e conta com a colaboração da Vinícola Garibaldi
CRÉDITO: LUKAS HAFELLE/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Por que não se consomem produtos orgânicos em maior quantidade? Foi essa pergunta que motivou o projeto de Pesquisa da Produção ao Consumo: Um Olhar Integrado Sobre o Mercado de Alimentos, desenvolvida no âmbito do mestrado do Programa de Pós-Graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis (Ppgsas) da Univates. Coordenado pelo doutor Marlon Dalmoro, o estudo tem como objetivo analisar o mercado de alimentos orgânicos, na amplitude de sua estrutura, desde a produção até o consumo, sob perspectiva cultural, tecnológica e estratégica.

“O mercado, que envolve um conjunto de agentes e técnicas, qualifica-se como um lugar de encontro e intermediação de aspectos econômicos e de elementos culturais e sociais importantes para o sucesso de um produto. Dessa forma, a pesquisa lança um olhar integrado e interdisciplinar sobre o assunto”, explica Dalmoro. Nesse projeto, a análise é focada no suco de uva orgânico e conta com auxílio da Vinícola Garibaldi, pioneira na oferta desse tipo de produto. Na pesquisa, são investigadas as diferentes pessoas e organizações envolvidas desde a produção da uva orgânica, passando pelo processo de transformação e comercialização, até a chegada ao consumidor final.
Também são abordados os significados dos orgânicos para os participantes de toda a cadeia. “Os aspectos técnicos não podem ser compreendidos só do ponto de vista técnico, mas também a partir do significado para os consumidores, pois, muitas vezes, a ideologia pode ser a principal barreira, tanto para o consumidor como para o produtor”, argumenta Dalmoro.
Um exemplo disso é a ideia de que não pode haver vegetação no solo onde estão plantadas as parreiras. “No cultivo comum, com uso de agrotóxicos, realmente não cresce capim. Porém, no cultivo orgânico isso não só ocorre como é recomendado, como forma de proteção do solo”, argumenta o professor ao se referir ao imaginário dos produtores. Por outro lado, a mudança dessa visão tem garantido, em alguns casos, a permanência de herdeiros nas atividades de plantio. “Já ouvimos relatos de jovens que ficaram nas propriedades apenas com a condição de que o cultivo fosse orgânico. Caso contrário, eles prefeririam migrar para centros urbanos onde pudessem realizar outras atividades profissionais a realizar o cultivo com o emprego de insumos”, exemplifica o coordenador da pesquisa.
De acordo com Dalmoro, a Serra gaúcha é uma das regiões do Rio Grande do Sul com maior consumo de agrotóxicos, de forma que a cultura de orgânicos é uma opção mais viável tanto para o meio ambiente como para o próprio produtor, que diminui sua exposição aos agrotóxicos. “Sem contar os ganhos financeiros, pois um produto diferenciado possui valor agregado maior. A pesquisa identificou que o consumidor está disposto a pagar de 20% a 30% a mais por um produto orgânico”, afirma o professor. No imaginário do consumidor, ele acrescenta que o consumo de orgânico é visto como duplamente benéfico, visto que é reconhecido como uma alternativa sustentável e mais saudável.
Para a Vinícola Garibaldi, a pesquisa oportuniza conhecer melhor toda a cadeia do suco orgânico de uva, já que o projeto tem grande importância para a cooperativa. “Tem sido importante para a compreender o público consumidor, as expectativas que ele tem com relação ao produto e ao seu posicionamento no mercado. A partir disso, a Cooperativa Garibaldi tem iniciativas de adequação do projeto de orgânicos, uma vez que o incentiva muito”, justifica Lara Silvestrin, do departamento agrícola da Garibaldi.
Um dos diferenciais da pesquisa é a abordagem sobre produtos de cadeia longa. De acordo com Dalmoro, geralmente são analisados apenas produtos de cadeia curta – cuja relação produtor-consumidor é direta. “Nosso objetivo é ver justamente como isso se dá em um produto de cadeia longa, que é mais complexa por passar por uma empresa transformadora e por um varejista antes de chegar aos consumidores”, argumenta ele, acrescentando que o estudo realizado até o momento aponta a falta de uma rede articulada para que houvesse consumo maior de orgânicos. “Não é só um agente que faz acontecer, pois, se a produção não é disponibilizada ao consumidor, a cadeia não se completa.
Da mesma forma, não adianta haver grande demanda por parte dos consumidores se não houver produção suficiente ou empresas que façam a transformação da matéria-prima em produto para ser disponibilizado pelos varejistas”, conclui ele. A pesquisa tem financiamento da Univates e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Mais informações sobre a pesquisa podem ser obtidas pelo e-mail ppgsas@univates.br ou pelo telefone (0xx51) 3714-5354.
A pesquisa também aborda os aspectos químicos da produção de uva orgânica em relação às propriedades do suco, conforme estudos coordenados pelo professor Wolmir Bockel. O objetivo é verificar se há maior incidência de polifenóis na uva orgânica do que na convencional. “Esses polifenóis são antioxidantes naturais da uva. Nossa ideia é verificar se, além de evitar o contato indireto do consumidor com o agrotóxico utilizado nas plantações convencionais, a uva apresenta melhores características químicas”, explica Böckel.

 

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