Arco cirúrgico é oficialmente entregue ao Hospital Centenário de São Leopoldo

Município: São Leopoldo

Solenidade teve a presença do prefeito, representantes do Lions e da prefeitura, e profissionais do hospital CRÉDITO: CHARLES DIAS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Solenidade teve a presença do prefeito, representantes do Lions e da prefeitura, e profissionais do hospital CRÉDITO: CHARLES DIAS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A Fundação Hospital Centenário recebeu um arco cirúrgico, por meio de doação da Associação Internacional de Lions Clubes (Lcif). A entrega oficial do equipamento ocorreu no fim de janeiro, em solenidade com a presença do prefeito Ary Vanazzi, representantes do Lions e da prefeitura, médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e funcionários do Centenário. O intensificador de imagens, que já vem sendo utilizado em intervenções cirúrgicas desde o fim do ano passado, teve custo total de R$ 262 mil, sendo 75% custeados pela Lcif, 12,5% pelo Lions Clube São Leopoldo Padre Reus e 12,5% de contrapartida do Hospital Centenário.
Para o presidente da Fundação Hospital Centenário Nelson Piovesan, ao contribuir com o hospital o Lions demonstra, mais uma vez, seu compromisso com a comunidade leopoldense, que é quem verdadeiramente se beneficia com o atendimento cada vez mais qualificado. A enfermeira coordenadora do Bloco Cirúrgico, Ana Cláudia Fritzen, confirmou a opinião, ao citar alguns benefícios do aparelho, como o auxílio para cirurgias mais seguras, por propiciar incisões mais curtas, o que confere segurança aos profissionais. “Sem dúvida, os maiores beneficiados são os pacientes e a população de São Leopoldo”, salientou Ana.
A qualidade que o novo equipamento doado pelo Lions agrega aos procedimentos cirúrgicos do Centenário também foi enfatizada pelo secretário de Gestão e Governo e secretário de Saúde Marcel Frison. Segundo ele, a área da Saúde em São Leopoldo se encontra em uma situação muito delicada e somente com a parceria de setores da comunidade será possível sair da crise atual. “Precisamos unificar a comunidade para alcançarmos a solução para o problema”, destaca. O presidente do Lions Clube São Leopoldo Padre Reus, Leandro Klein, disse que este é um dos momentos mais importantes vividos pelo Lions em seus 34 anos de história na cidade. “Sempre tivemos vontade de trazer recurso da fundação para o hospital, que atende não só a comunidade local como também as cidades vizinhas”, comemorou.
O prefeito Ary Vanazzi disse que falaria como usuário do Sistema Único de Saúde e do Hospital Centenário, instituição que representa um pilar da qualidade de vida de toda a população. Lembrou a dívida que os cidadãos têm com a saúde pública porque todos, de alguma forma, algum dia, precisarão do hospital. “Por isso, parcerias como esta que temos com o Lions são tão importantes e devem ser incentivadas. O hospital precisa de atenção contínua e com isso nós estamos comprometidos. Faremos investimentos fortes também na prevenção à saúde”, anunciou.
O projeto em desenvolvimento com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), que tornará o Centenário um Hospital de Ensino, foi mencionado por Vanazzi com uma grande perspectiva de qualificação para a instituição. “Faremos o possível para viabilizar este grande projeto”, concluiu.

 

UPA de São Leopoldo completa seis meses com 30 mil atendimentos

Município: São Leopoldo

Apenas no primeiro mês, o local registrou mais de 4 mil assistências CRÉDITO: NILSON WINTER/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Apenas no primeiro mês, o local registrou mais de 4 mil assistências CRÉDITO: NILSON WINTER/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Inaugurada em abril deste ano, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Zona Norte completa seis meses de funcionamento com 30 mil atendimentos e uma média diária de 240 pacientes atendidos. Sendo que, só no primeiro mês, foram registradas 4.291 assistências. Para a enfermeira administrativa Schaiane Tessmann, esse número é significativo para o tempo que a unidade está aberta. “Mesmo o local tendo capacidade para receber por dia 450 pacientes, estamos com uma demanda grande e as pessoas estão começando a ter consciência de quando procurar atendimento na UPA”, afirmou.
De acordo com o diretor da UPA, Pedro Ormonde, o público maior de pacientes é formado por adultos, mas a pediatria também é bastante procurada. Cerca de 40% dos atendidos são crianças. “Do total de 21 leitos de observação que possuímos, os cinco reservados para a pediatria normalmente estão lotados”, ressaltou. Para melhorar e agilizar os atendimentos no local, foi inaugurado, no dia 13 de outubro, o aparelho de raio-x. “Foi algo essencial para nós e, principalmente, para os pacientes, para diagnosticar doenças agudas e traumas. Antes, as pessoas tinham que ir para o Hospital Centenário e retornar. Agora, isso não é mais necessário”, contou Ormonde.
No dia 20 de outubro, a sala de espera da unidade estava lotada. Lá dentro, muitos leitos de observação estavam ocupados. A estudante Franciane Ribeiro de Oliveira, de 17 anos, estava na pediatria junto com a filha Isabelle, de um ano. “Cheguei de manhã e, em questão de meia hora, fui atendida, e minha filha, medicada”, contou Franciane. “Antes eu procuraria o Hospital Centenário, mas aqui é mais tranquilo e o atendimento é mais rápido”, concluiu.
A enfermeira administrativa Schaiane, porém, alerta que a UPA é somente para urgências e emergências. “Enquanto pudermos, vamos atender aos casos menores, também. Mas a prioridade sempre vão ser os casos mais graves”, explicou. Para isso, existe o sistema de classificação por cores: vermelha (atendimento imediato), amarela (espera de até 10 minutos), verde (espera de no máximo duas horas) e azul (espera de até quatro horas).
Governo federal anuncia repasses para Unidade
Recentemente, o ministro da Saúde Ricardo Barros anunciou a liberação dos repasses federais para a UPA, em solenidade que ocorreu no salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini. “Com a habilitação, o Ministério repassará R$ 250 mil por mês. Valor que subirá para R$ 500 mil quando o processo de qualificação estiver concluído”, afirma a secretária da Saúde, Miriam Bavoso.
“O custeio da UPA é tripartite e nosso compromisso seria de R$ 150 mil. Porém, há seis meses o custeio deste mini-hospital vem sendo feito integralmente com recursos do município, garantindo o atendimento à comunidade 24 horas por dia”, relata o prefeito Anibal Moacir. Segundo a assessora de Planejamento da secretaria da Saúde, Maria Salete Macedo, a expectativa é de que os recursos federais comecem a ser liberados a partir de dezembro.
A UPA Zona Norte/Scharlau tem uma estrutura pronta para receber de maneira emergencial cerca de 450 pessoas. Ao todo, são 164 profissionais, entre médicos clínicos, pediatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos de radiologia e assistentes sociais atendendo a comunidade 24 horas por dia. A unidade é de modelo III, sendo que, de maior complexidade e iguais a ela, existem apenas outras três no Estado e ficam nas cidades de Santa Maria, Bento Gonçalves e Porto Alegre.

 

Curtas estudantis de São Leopoldo ganham espaço no Festival de Cinema de Gramado

Município: São Leopoldo

Produções integram a Mostra de Cinema Estudantil do Educavídeo CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Produções integram a Mostra de Cinema Estudantil do Educavídeo CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

“Temos que fazer um filme porque o que aprendemos não pode ficar apenas com a gente, tem que rodar o mundo.” As palavras são do estudante Maurício Pereira, de 7 anos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) João Carlos Hohendoff, ditas após a avaliação do livro que daria inspiração para o curta Ser bom é tudo de bom. Naquele momento, ele ainda não sabia, mas estava nascendo a sementinha que levaria a produção ao 44º Festival de Cinema de Gramado, o mais tradicional do País. O filme é um dos premiados do São Léo em Cine em 2015. Junto com ele, outro curta premiado do festival leopoldense, o Tá envolvido, também foi escolhido pelo Programa Educavídeo de Gramado, que este ano abriu a programação do festival.
As produções integram a Mostra de Cinema Estudantil do Educavídeo Gramado, apresentada no Teatro Elizabeth Rosenfeld, em Gramado. Os curtas Tá envolvido e Ser bom é tudo de bom foram selecionados entre várias produções locais para serem apresentados junto com trabalhos feitos por alunos de outras cidades. No total, foram 14 exibições, sendo duas produzidas por estudantes da rede pública de São Leopoldo e demais de Porto Alegre, Guaíba, Alvorada, Morro Reuter, Sapiranga, Palmas (Tocantins) e Gramado. A qualidade técnica das produções do São Léo em Cine chamaram a atenção dos organizadores do evento e, em função da temática abordada, foram um dos mais aplaudidos durante a mostra, que teve em sua plateia, estudantes, pais e professores envolvidos na produção técnica de cada vídeo.
De São Leopoldo, um ônibus transportou alunos, pais e professores da Emef João Carlos Hohendoff e Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Emef Dilza Flores, que tiveram seus curtas selecionados. Quem também prestigiou a conquista de assistir a produção de São Leopoldo romper os limites da cidade e chegar à Serra gaúcha foram a secretária de Educação (Smed), Janaína Linck; a coordenadora do São Léo em Cine, Eliane Candido, que também foi convidada para integrar o 1º Seminário de Cinema na Escola; e o assessor pedagógico do festival, Cleonir Duwe. “Estar aqui em Gramado representa a construção coletiva de um programa que dá certo, com a formação de professores e o desenvolvimento de competências e habilidades por parte dos alunos dentro da busca de uma educação de excelência. Os alunos constroem e mostram a história através dos vídeos e agora estão aqui para assisti-los”, ressalta a secretária Janaína. “Estar na capital do cinema, representa muito para nós, alunos, professores e Smed. Ter dois curtas nossos selecionados pra essa mostra e isso destaca o reconhecimento do trabalho que estamos fazendo. É dar visibilidade aos protagonistas desse processo cultural e pedagógico”, salienta Eliane.
A estudante Pietra Alves da Rosa, de 8 anos, da Emef João Carlos Hohendoff, foi uma das espectadoras na mostra e acompanhou a exibição do curta que participou de olhos vidrados. “Fizemos um filme sobre generosidade porque a gente ensina as pessoas a serem bondosas umas com as outras. Ele já passou pela Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia e Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), pela Mostra de Ideias e Conhecimentos (Motic) e agora está aqui”, conta. A professora Luciana Domingues Ramos conta que o curta Ser bom é tudo de bom foi feito por cenas desenhadas pelos alunos porque eles ainda não eram alfabetizados. “É importante estarmos aqui porque é o reconhecimento do trabalho deles de sensibilizar todo mundo e mostrar que a escola pública pode fazer um trabalho de qualidade”, comenta. Lucas Campos, supervisor da Emef Dilza Flores e coordenador do projeto de cinema na escola, acompanhou os alunos responsáveis pelo curta Tá envolvido. “Pensar nos nossos alunos de EJA que, muitas vezes, têm a autoestima baixa, e ter um filme que mostra a vontade deles e estar agora em Gramado é diferenciador e serve de espelho para outros colegas”, destaca.
Para a coordenadora do Educavídeo Gramado, Regina Berwanger, fomentar a produção de cinema no município é um dos objetivos. “O programa visa desenvolver a linguagem audiovisual de seus alunos e professores contribuindo para uma formação mais ampla e crítica de seus estudantes”, frisa. No final da mostra, todos representantes de todos os curtas apresentados receberam um certificado de participação.

 

Pacientes do Hospital Centenário recebem a visita de animais em São Leopoldo

Município: São Leopoldo

Encontros duram cerca de uma hora e o próximo está agendado para o dia 22 de agosto CRÉDITO: FUNDAÇÃO HOSPITAL CENTENÁRIO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Encontros duram cerca de uma hora e o próximo está agendado para o dia 22 de agosto CRÉDITO: FUNDAÇÃO HOSPITAL CENTENÁRIO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A Fundação Hospital Centenário retomou, no dia 3 de agosto, o projeto Visita Pet, com porquinhos, coelhos e cãezinhos, que animaram os pacientes, especialmente as crianças. Os animais levados pelas voluntárias da ONG Coração Vira-Lata e da Unidade de Ensino Estadual Visconde de São Leopoldo (Escola Agrícola) receberam carinho também dos funcionários e familiares dos pacientes. O pequeno Davi da Silva Souza, de seis meses, olhava com curiosidade para uma das porquinhas. No colo da mãe Mislaine, ele não se arriscou a fazer carinho, mas também não queria sair de perto. Para o pai da pequena Beatriz Isabele, de um ano, David de Souza, o Espaço Pet é uma forma de divertir e ao mesmo tempo auxiliar na cura dos pacientes. “Estar perto dos animais faz bem para todos. Gostei muito da iniciativa”, relata.
Enquanto os menores criavam coragem de encostar nos bichinhos, Pedro Henrique, de 7 anos, corria atrás deles para pegar no colo. “Os porquinhos fogem e gritam. São bonitinhos, mas dos coelhinhos eu gostei mais”, disse o menino, que acabou pegando todos. A mãe Noeli da Silva aproveitou para fotografar tudo. “Há alguns dias ele me deu um susto e tivemos que vir pra cá. Ficar com criança no hospital não é fácil. Essa atividade aqui nos fez muito bem”, finalizou ela, que não descuidava das fotos de Pedro.
Conforme a coordenadora do projeto, Fernanda Estrella, o próximo encontro já está agendado para o dia 22 de agosto, às 10h. “São encontros de cerca de uma hora que mudam a rotina do hospital. É um momento de descontração, tanto para pacientes quanto para funcionários”, comenta. Além de aproveitar os bichinhos, também há a possibilidade do paciente se encontrar com seu próprio animal de estimação em um momento reservado.
De acordo com Fernanda, a iniciativa está entre as pioneiras do País em hospitais públicos. Uma das primeiras instituições do Brasil a adotar a prática foi o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, que iniciou em 2009 e também serviu como referência ao projeto gaúcho. Para os animais participarem, é necessário estar de banho tomado, com as vacinas em dia e ter autorização do veterinário.

 

Prefeitura precisa dobrar número de vagas para atender turno integral em São Leopoldo

Município: São Leopoldo

Oferta do turno integral tornou-se responsabilidade do município, que terá de investir recursos próprios  CRÉDITO: MOHAMMED ABED/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Oferta do turno integral tornou-se responsabilidade do município, que terá de investir recursos próprios
CRÉDITO: MOHAMMED ABED/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A prefeitura, através da secretaria municipal de Educação, está trabalhando, desde o ano passado, para construir uma solução para a educação infantil no município. “Estamos comprometidos e conjugando todos os esforços para atender às necessidades de todas as famílias”, disse o secretário de Educação, Luís Arthur de Bitencourt, destacando que 100% das crianças poderiam ser atendidas em turno parcial, cumprindo a meta da universalização do atendimento. No entanto, devido à decisão judicial, São Leopoldo é o único município da região que tem a obrigatoriedade de oferecer turno integral. “Hoje, temos um déficit de 960 vagas na faixa dos 4 e 5 anos”, relatou o secretário, acrescentando que estas vagas, na verdade, resultariam em 1.920 crianças atendidas, o dobro do atual, caso tivesse atendimento em dois turnos (manhã e tarde).

Outro complicador na geração de vagas foi a não execução dos projetos de construção de escolas. A previsão era a construção de dez escolas, através do Programa Proinfância, obras que seriam feitas em regime de colaboração entre a União e o município. “As novas escolas eram a garantia de vagas, o que consolidaria a universalização da Educação Infantil. Ou seja, todas as crianças na escola.” O governo federal não repassou os recursos necessários e o planejamento não se concretizou. No loteamento Padre Orestes, o município deu o terreno com a terraplanagem pronta, mas a obra da escola não foi adiante. Situação semelhante no Loteamento São Geraldo II, no bairro Feitoria, que haveria uma escola com capacidade para atender 150 crianças. “Fizemos a terraplanagem, mas a contrapartida do governo federal não se concretizou”, explica Bitencourt.
Através da criação da lei federal 13.005/2014 – o Plano Nacional de Educação – há a obrigatoriedade da universalização do atendimento das crianças a partir dos 4 anos de idade. A partir desta lei, os municípios tiveram que construir seus Planos Municipais. Em novembro de 2015 foi concedida liminar, impetrada pela Promotoria de Justiça Especializadada Infância e Juventude de São Leopoldo, determinando que o município atendesse toda a Educação Infantil em turno integral. Desta forma, todas as vagas planejadas pela secretaria de Educação tiveram que ser reduzidas em função do turno integral.
A solução da oferta do turno integral tornou-se unicamente responsabilidade do município, que terá de investir recursos próprios e arrumar estrutura para atender o que prevê a lei. “A secretaria de Educação vem buscando alternativas para que, neste primeiro momento, as crianças tenham, pelo menos, o atendimento parcial em Escola de Educação Infantil. No ano que vem haverá mais escolas construídas e mais crianças sendo atendidas em turno integral, buscando em pouco tempo universalizar o acesso à Educação Infantil”, explica o secretário de Educação.
Em fevereiro, a pasta participou de audiência pública com as famílias trabalhadoras para buscar soluções para a falta de vagas na Educação Infantil. Foi elaborada uma proposta conjunta que contemplou, de forma diferenciada, as famílias que precisam de atendimento das 6h30min às 7h30min e das 17h30min às 18h30min. De acordo com a secretaria, a equipe já vinha trabalhando há mais de um ano no planejamento das ações de universalização do atendimento das crianças de 4 e 5 anos, garantindo vaga em turno parcial para todas as crianças do município, na perspectiva dos pais poderem optar, conforme a necessidade, pelo turno integral.
Na agenda…
**A prefeitura investe R$ 1.400,00 ao mês por criança matriculada nas escolas municipais
**O governo federal repassa apenas R$ 2.800,00 ao ano por aluno
**Resta ao município arcar com recurso próprio a diferença de R$ 14 mil ao ano por criança
**Ainda assim, em 2013, 2014 e 2015, a secretaria de Educação ofertou 1.500 vagas de Educação Infantil
**Mesmo com a ordem judicial de atender em turno integral, o município ampliou aproximadamente 62 turmas de educação infantil nas escolas – mais de 2 mil vagas.