Univates terá curso de Engenharia Ambiental e Sanitária em Lajeado

Município: Lajeado

Opção é uma atualização do curso de Engenharia Ambiental, que já formou mais de 150 profissionais CRÉDITO: ELISE BOZZETTO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Opção é uma atualização do curso de Engenharia Ambiental, que já formou mais de 150 profissionais CRÉDITO: ELISE BOZZETTO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Para 2018, a Universidade do Vale do Taquari (Univates) anuncia mais uma opção de curso de graduação: Engenharia Ambiental e Sanitária. O novo curso consiste em uma atualização do curso de Engenharia Ambiental da instituição, que completou 13 anos em 2017 e já formou mais de 150 profissionais. Com a atualização dos objetivos do curso, do perfil do diplomado, da metodologia de ensino e aprendizado, da estrutura curricular e das competências profissionais, o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é voltado para quem deseja atuar nas áreas de meio ambiente, saneamento ambiental, tecnologias ambientais e energias renováveis.
Durante as aulas, o estudante realizará práticas e experimentos nos laboratórios de ensino, visitas técnicas, atividades de campo, simulações computacionais, desenvolvimento de projetos integradores e aproximação dos processos de ensino e de aprendizagem com as demandas do mercado de trabalho. “O constante desenvolvimento agropecuário, industrial, tecnológico e de serviços no Vale do Taquari e demais regiões do Rio Grande do Sul, além dos desafios existentes nas áreas de saneamento ambiental, energias renováveis e licenciamento ambiental de projetos favorecem a necessidade e a colocação dos engenheiros sanitaristas e ambientais no mercado de trabalho”, afirma o coordenador do curso, Rafael Rodrigo Eckhardt.
Conforme o professor, a engenharia sanitária é uma profissão mais antiga em comparação com a área da engenharia ambiental, que surgiu no Brasil em 1994. “A Engenharia Sanitária tem foco maior nos sistemas de abastecimento de água, incluindo captação, adução, distribuição e tratamento de água; coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos; tratamento dos esgotos e efluentes industriais; instalações hidrossanitárias prediais; controle das emissões atmosféricas; controle de vetores biológicos transmissores de doenças; e controle sanitário do ambiente em termos gerais”, explica. “Já a Engenharia Ambiental enfoca as questões ligadas à preservação do meio ambiente, sustentabilidade, gestão ambiental, licenciamento ambiental, prevenção e controle da poluição gerada pelas indústrias e demais impactos ambientais gerados pela implantação e operação de empreendimentos e serviços”, completa Eckhardt.
A principal vantagem do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária para os futuros estudantes é consolidar e ampliar as atribuições profissionais do diplomado no mercado de trabalho e no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), somando as atribuições das Resoluções nº 447/2000 e nº 310/1986 do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).
Houve ampla reformulação dos nomes, das ementas, dos conteúdos e das habilidades a serem desenvolvidas nas disciplinas do curso para alcançar o perfil profissional do engenheiro ambiental e sanitarista. No entanto, não houve alteração na carga horária total do curso, que permanece com 3.730 horas. Por se tratar de um curso novo, o bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária ainda não aceita transferências internas ou externas, sendo o ingresso somente pelo Vestibular 2018A.
Os atuais estudantes do curso de Engenharia Ambiental poderão concluir a graduação ou solicitar transferência para o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária a partir de 2018, caso sobrem vagas do Vestibular 2018A. Engenheiros ambientais já formados que tiverem interesse em obter o diploma de engenheiro ambiental e sanitarista também poderão retornar para a Univates para a complementação da carga horária e cursar as disciplinas do eixo de saneamento ambiental do curso. Dúvidas e informações podem ser consultadas pelo e-mail eng-ambiental@univates.br ou pelo telefone (0xx51) 3714-7000, ramal 5823.

Desfile utiliza o vestuário como instrumento de inclusão em Lajeado

Município: Lajeado

Na ocasião, desfilaram, no Teatro da Univates, 31 modelos com e sem deficiência CRÉDITO: RICARDO HORN/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Na ocasião, desfilaram, no Teatro da Univates, 31 modelos com e sem deficiência CRÉDITO: RICARDO HORN/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Inclusão. Foi com esse propósito que na noite de 23 de agosto, foi realizada pela Univates a segunda edição do Desfile de Moda Inclusiva. No palco do Teatro Univates, desfilaram 31 modelos com e sem deficiência. Nesta edição, o evento desafiou seis diplomadas do curso de Design de Moda a elaborarem peças de roupas que proporcionassem a inclusão de pessoas com deficiência. Porém, o objetivo das coleções não foi apenas trazer a beleza, mas propiciar bem-estar, independência e funcionalidade. O momento também foi realizado em comemoração à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência.
Uma das modelos da noite, Suzana da Costa, deficiente visual, ressaltou a importância de participar de eventos de inclusão. “Já desfilei na primeira edição, então participar hoje é um orgulho”, afirma. Para ela, eventos como esse mostram que a pessoa com deficiência, seja ela qual for, deve ser respeitada. “Sou natural do Paraná, e lá as pessoas não sabiam como lidar com um deficiente visual, no meu caso. Eu entrava nas lojas, e as atendentes não sabiam como me ajudar. Depois que cheguei em Lajeado, as coisas mudaram para melhor. Hoje, vou na loja, e as vendedoras já sabem me ajudar, sabem até que tipo de roupa eu gosto. Ainda pode melhorar, as roupas já poderiam ter uma etiqueta em braile.”
Já Orlei da Costa, marido de Suzana e também deficiente visual, manifesta o orgulho de sua esposa. “Para mim, é muito satisfatório vê-la feliz. Como toda mulher, ela gosta de se vestir bem, então, ela se sente muito contente quando tem a oportunidade de participar de eventos como o Desfile de Moda.” Costa também estava representando a Associação dos Deficientes de Lajeado (Adefil), da qual é presidente. “Eventos como esse possuem uma importância muito grande no âmbito da inclusão em Lajeado, e nós, da Adefil, ficamos muito agradecidos à Univates por abrir suas portas para as pessoas com deficiência”, ressalta.
Além do desfile, a noite teve outros dois momentos especiais: a apresentação de integrantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Estrela e o monólogo Ícaro, interpretado pelo ator gaúcho Luciano Mallmann, que, em 2004, após cair, durante uma acrobacia em tecido, sofreu uma lesão na medula e tornou-se cadeirante. Na apresentação, ele relata suas experiências e as de pessoas usuárias de cadeira de rodas. Durante o espetáculo, interpretou diferentes personagens abordando assuntos como relacionamento entre pais e filhos, resiliência, relações amorosas, suicídio, preconceito e maternidade. Mallmann prendeu a atenção de todos durante sua apresentação. A identificação do público com as histórias narradas por ele foi imediata, mesmo para quem não tem nenhuma deficiência.
A parceria entre a Univates e a Mercur contempla também outros cursos da instituição. Com o objetivo de desenvolver um produto focado nas tecnologias assistivas para pessoas com algum tipo de deficiência, os acadêmicos dos cursos de Design e Fisioterapia estarão envolvidos em atividades que buscam o desenvolvimento de um abdutor de polegar (para pessoas com deficiência ou ausência do dedo polegar) e de uma luva flexora de dedos (para pessoas que não conseguem flexionar e/ou estender os dedos das mãos).
Após visita realizada à Mercur, na última quarta-feira, dia 23, os estudantes participaram de uma oficina de experimentação e sensibilização com facilitadores de vida diária utilizando os produtos da empresa em atividades com pacientes da Clínica-Escola de Fisioterapia. As atividades são desenvolvidas nas disciplinas de Estágio Supervisionado – Pesquisa e Desenvolvimento em Design e Fisioterapia na Prevenção e Promoção da Saúde, ministradas pelo coordenador do curso de Design, Rodrigo Brod, e pela professora Silvia Trein Heimfarth Dapper, e pela coordenadora do curso de Fisioterapia, Lydia Koetz.
No dia 6 de setembro, profissionais da Mercur participarão da disciplina de Prevenção e Promoção da Saúde. Após o fim do semestre, os protótipos e as ideias serão apresentados para serem validados por pessoas com deficiência, com a possibilidade de uso pela empresa Mercur para o desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento de produtos.

 

Realidades virtual e aumentada oferecem diversas utilidades

Município: Lajeado

Realidade virtual é caracterizada por fazer uso de ambientes virtuais imersivos CRÉDITO: ARTUR DULLIUS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Realidade virtual é caracterizada por fazer uso de ambientes virtuais imersivos CRÉDITO: ARTUR DULLIUS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Assistir a um show da sua banda favorita ou a um jogo de futebol sem sair de casa, mas com a sensação de estar no local do evento. Provar roupas virtualmente ou acessar as informações dos produtos dispostos na prateleira de um supermercado. Essas invenções são consideradas, até então, de outro mundo – mas estão mais perto da nossa realidade do que imaginamos. A Realidade Virtual (RV) e a Realidade Aumentada (RA) chegam para quebrar alguns paradigmas e surgem como o futuro da humanidade, causando espanto em quem não conhece o assunto.
Dois termos semelhantes, ambos relacionados ao avanço tecnológico, mas com aplicações totalmente diferentes. Caracterizada por fazer uso de ambientes virtuais imersivos, nos quais os usuários podem interagir e “viver” um verdadeiro mundo à parte, a RV propicia a vivência de experiências diferenciadas, permitindo a navegação e a imersão em cenários distintos. “Uma pessoa que está realizando um exercício no topo de um prédio para tratamento de fobia de altura precisa sentir-se no topo do prédio. Para isso, uma total imersão faz-se necessária”, explica o professor do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Univates Fabrício Pretto.
Por outro lado, a Realidade Aumentada tem como principal característica a preservação da visualização do mundo real. Isso significa dizer que o usuário continua vendo, tocando e ouvindo o mundo real, enquanto visualiza e interage com objetos virtualmente adicionados à cena. Esse acréscimo de objetos virtuais é normalmente realizado por meio de câmeras, capacetes com lentes semitransparentes ou projeção. Um exemplo é o Pokemon Go, que permite ver os elementos na tela do celular enquanto o usuário continua visualizando o ambiente real.
Em alguns países, como os Estados Unidos, essas tecnologias já possuem uma força maior e se tornaram comuns entre a população. Dentre as diferentes utilidades, uma das primeiras áreas a se beneficiar foi a de ensino, especificamente com simuladores de voo. Com a utilização da RV, inúmeros cenários podem ser simulados e executados repetidas vezes, por diversas pessoas. Isso se torna um meio barato e aumenta consideravelmente as possibilidades de treino, sem risco ao participante. Além disso, atualmente também ganha força a utilização de simuladores nas áreas naval e da saúde (para realização de procedimentos médicos).
“A Laparoscopia (procedimento cirúrgico) é um grande exemplo de utilização da RV no ensino em saúde. A realização desse procedimento exige um cuidado minucioso, tanto do corpo humano, dos equipamentos utilizados, quanto da técnica empregada. Atualmente, os alunos de medicina ou descobrem e experimentam o procedimento cirúrgico na prática (diretamente com o paciente) ou então com a utilização da Realidade Virtual/Aumentada, que provê um ambiente seguro de simulação para os alunos em seu aprendizado”, afirma Pretto.
Para criar a sensação de realidade, o usuário deve dispor de alguns dispositivos. Os óculos Rift são um exemplo de dispositivo utilizado, mas, claro, existem diversos modelos. “São utilizados dispositivos como capacetes de RV, que impedem a visualização do mundo real. Esses capacetes são normalmente equipados com lentes digitais, altofalantes para retorno auditivo e sensores de movimento, ou seja, ao girar a cabeça e olhar para o lado, a rotação da imagem visualizada acontece automaticamente”, explica Fabrício Pretto.

 

Novas exposições embelezam o campus da Univates em Lajeado

Município: Lajeado

Espaço Arte recebe visitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h CRÉDITO: ARTUR DULLIUS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Espaço Arte recebe visitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h CRÉDITO: ARTUR DULLIUS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O público que passa pelos corredores da Universidade do Vale do Taquari (Univates) pode desfrutar das belas obras que estão expostas, durante o mês de agosto, nos Espaço Arte da instituição. As visitas, gratuitas, podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h. O Espaço Arte do Prédio 11 recebe, desde o dia 2 de agosto, os trabalhos de conclusão do curso de Arquitetura e Urbanismo. A exposição conta com pranchas e maquetes desenvolvidas por estudantes da Univates e foram apresentadas como TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).
Desenhos com caneta esferográfica e aquarela marcam os traços da artista Jessica Berwig, de Lajeado, que traz ao Espaço Arte do Prédio 7 a exposição SaLatsol. As obras retratam claramente a arte como forma Holística do Inconsciente. A artista, desde 2013, realiza decorações de festas e ambientes holísticos, desenvolvendo algumas artes de macramè em cristais e tatuagens.
Alemanha, Colômbia, Equador, Finlândia, Itália, Macau, Portugal e Suíça são os destinos que a exposição Você no Mundo retrata. Organizada pela Diretoria de Relações Internacionais da Univates (DRI), a instalação traz ao Espaço Arte do Prédio 8 algumas das 46 universidades com as quais a Univates mantém parceria.
Por fim, a Brinquedoteca Univates traz ao Espaço Arte do Prédio 3 a exposição Conhecendo a Brinquedoteca. O espaço é um Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão, que oportuniza aos docentes condições de aperfeiçoar suas práticas pedagógicas e oferece visitação para alunos e professores das escolas básicas da região e a utilização do espaço físico como recurso nas práticas de ensino, além de subsidiar a prática pedagógica dos discentes e servir de apoio para o desenvolvimento de práticas inovadoras. A exposição estará disponível até 28 de agosto. Mais informações podem ser conferidas pelo site www.univates.br/cultura ou pelo telefone (0xx51) 3714-7000, ramal 5946.

 

Complexo Esportivo da Univates completa 10 anos de atividades em Lajeado

Município: Lajeado

Durante esta semana, a comunidade poderá usufruir da estrutura disponível de forma gratuita CRÉDITO: ELISE BOZZETTO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Durante esta semana, a comunidade poderá usufruir da estrutura disponível de forma gratuita CRÉDITO: ELISE BOZZETTO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

“O Vale do Taquari ficará marcado pelo antes e o depois do Complexo Esportivo da Univates. A intenção é tornar a região referência em projetos e eventos esportivos e culturais”. As palavras do então coordenador do Complexo, Clairton Wachholz, dias antes da inauguração do espaço, já davam a dimensão da representatividade que a estrutura teria para a região. A data antecedia aquele que seria o primeiro grande evento esportivo no local. A partida entre a seleção brasileira e a seleção uruguaia de basquete foi motivo de lotação das arquibancadas. Aliás, essa não foi a única vez que o basquete arrastou multidões ao complexo. Os jogos do pentacampeonato gaúcho e do NBB (Novo Basquete Brasil), disputados pelo Univates/Bira, também são lembrados pela circulação de inúmeros torcedores.
Hoje, 10 anos depois, torna-se impossível não recordar dos diversos momentos e histórias que compõem esse espaço. O local acolheu o hexacampeonato da Avates, além dos confrontos integradores da Copa Univates, do Joguem e a preparação de atletas para as Olimpíadas. Com o crescimento da estrutura, o esporte regional também apresentou outros números. Equipes como o Lajeadense e a Alaf ganharam força no cenário nacional e desfrutaram da estrutura para a realização de treinos e partidas oficiais.
Mas não é só de esporte que as lembranças são feitas. O local foi palco de shows e atrações culturais, como o espetáculo Tholl e a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), além de receber cerimônias de colação de grau. Sem falar do evento CRIExp, que também fez uso dessa imensa estrutura. No entanto, mais do que acolher o esporte da região, o Complexo surgiu como um incentivador da prática de esportes e, consequentemente, contribuiu para a melhora da qualidade de vida da população regional. “Ele trouxe um novo conceito de estrutura no esporte de rendimento”, explica Wachholz.
O espaço foi precursor da ginástica na região. Apresentou para o Vale um esporte até então pouco conhecido e que agora é responsável por levar o nome da instituição para outras partes do mundo. Inicialmente, além da ginástica, eram oferecidas atividades de natação, academia e pilates. Agora, com a construção do estádio olímpico, esse leque aumentou e hoje já se somam mais de 10 modalidades.
Como forma de marcar a passagem desta data, o Complexo Esportivo da Univates está realizando uma semana de comemoração. A programação se iniciou na segunda-feira, dia 31 de julho, e se estende até sábado, dia 5 de agosto. Durante o período, a comunidade poderá usufruir da estrutura disponível de forma gratuita. Para isso, é necessário que o interessado ligue para o telefone (0xx51) 3714-7000, ramal 5805, e agende o turno e a atividade que pretende praticar. “Esse é um presente que nós damos para a comunidade. Sem ela, não teríamos motivo para existir. É uma forma de apresentar a nossa estrutura e aproximar a população da prática de atividades físicas”, garante Wachholz. Mais informações sobre o complexo esportivo podem ser conferidas no site www.univates.br/complexo.