Projeto de extensão da Univates enfoca a saúde de crianças em Lajeado

Município: Lajeado

Inicialmente, ação é desenvolvida em escola estadual do município CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Inicialmente, ação é desenvolvida em escola estadual do município CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A extensão universitária compreende um conjunto de ações contínuas e planejadas que visem ao desenvolvimento educativo, social, cultural, científico ou tecnológico das comunidades que mantêm relação com a universidade, de forma que haja troca de saberes. Na Universidade do Vale do Taquari (Univates), atualmente são realizados 19 projetos de extensão, dos quais seis tiveram início em abril, como o Projeto Ações interdisciplinares para o cuidado, prevenção e promoção à saúde da criança. O objetivo do projeto é trabalhar de forma lúdica o conceito de saúde e de higiene com crianças de seis a 10 anos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Moisés Cândido Veloso, de Lajeado, e, assim, buscar diminuir a incidência de doenças parasitárias e infectocontagiosas entre as crianças atendidas.
Na última sexta-feira, dia 8, na segunda visita à escola, a equipe do projeto apresentou uma história de fantoches aos alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental sobre os cuidados que devem ser tomados na ingestão de alimentos e as crianças viram parasitas como tênias em meios de conservação. Os pequenos também foram instigados a desenhar como imaginavam que eram os micro-organismos que foram coletados das mãos dos estudantes na primeira visita. Em seguida, eles puderam conferir placas nas quais os micro-organismos se desenvolveram em meios de cultura.
De acordo com a coordenadora do projeto, professora Andréa Horst, a escolha por crianças se dá em razão da facilidade de aprendizagem. “A ideia é trabalhar a conscientização com os pequenos e que eles possam ser multiplicadores em suas famílias, pois sabemos que as crianças fiscalizam e cobram a atitude dos adultos”, avalia ela.
Para isso, serão abordadas questões como a importância de se lavar as mãos, boas práticas para escovar os dentes e higienização de alimentos. Os conteúdos são trabalhados por meio de músicas, teatros, jogos e outros recursos lúdicos, sempre com uma dupla de estudantes de graduação atendendo até 10 crianças e sob supervisão de um professor da Univates. Também serão trabalhadas cartilhas didáticas, que as crianças poderão levar para casa para que os familiares também sejam beneficiados.
Além da conscientização, a coordenadora do projeto destaca que as doenças parasitárias e infectocontagiosas são os principais motivos de falta por motivo de saúde nas escolas, o que impacta também a organização familiar e a economia. “Uma criança doente faz com que a família precise se reorganizar para ver quem ficará cuidando dela, por exemplo, já que essas doenças são transmissíveis e poderiam ser contraídas por outras crianças. Muitas vezes, cabe aos pais fazer o acompanhamento dessa criança, o que afasta o adulto do trabalho”, analisa.
Outro efeito das doenças nas crianças é que elas podem afetar o desenvolvimento cognitivo, o qual pode ser percebido, às vezes, anos depois do diagnóstico e mesmo que tenha sido feito tratamento. “É possível observar casos de déficit de atenção, alteração no crescimento, problemas que no futuro podem atrapalhar a criança”, acrescenta a coordenadora.
Conforme Andréa, as visitas na escola ocorrem nas sextas-feiras, a cada três semanas. “Os acadêmicos passam por capacitações e, no período entre as visitas, discutem as temáticas e as abordagens a serem utilizadas. Em um segundo momento, vislumbra-se a realização de um evento com as famílias, para que elas conheçam o projeto e possam ser nossas parceiras. Além disso, estão previstos exames parasitológicos, por exemplo, para que as crianças da escola sejam avaliadas clinicamente”.
Segundo a coordenadora, os voluntários irão participar das ações vestidos de jalecos caracterizados com temáticas infantis e da saúde, não apenas para que eles possam ser identificados, mas também para desmistificar o uso do jaleco em ambientes como hospitais. Em relação à formação dos estudantes de graduação que participam do projeto, Andréa destaca a possibilidade de aprofundar os conteúdos das disciplinas das áreas de parasitologia e imunologia. “Eles estarão em contato com práticas de humanização em saúde, já que muitas vezes terão contato com realidades diferentes das que eles vivem e serão desafiados a trabalhar com diferentes públicos, o que exige abordagens diferenciadas.”
De início, participam das atividades do projeto estudantes dos cursos de Biomedicina e Medicina da Univates e, conforme as atividades forem expandidas para outras escolas, acadêmicos de outros cursos poderão participar. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail saude.infancia@univates.br.

Oficinas em Lajeado têm como tema educação empreendedora e financeira

Município: Lajeado

Atividade é realizada por estudantes da Univates com alunos de Ensino Médio CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Atividade é realizada por estudantes da Univates com alunos de Ensino Médio CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Enquanto estudantes da Universidade do Vale do Taquari (Univates) desenvolvem conhecimentos pertinentes à sua formação profissional e pessoal, alunos de Ensino Médio de escolas do Vale do Taquari são estimulados a desenvolver um espírito empreendedor e a capacidade de gestão financeira pessoal. É assim que acontece o projeto de extensão Educação Empreendedora e Financeira, que realizou sua primeira oficina deste ano no Instituto Estadual de Educação Estrela da Manhã, na última terça-feira, dia 22.
Em sala de aula, Larissa Diersmann, Luiza Possamai e Janine Diehl, respectivamente dos cursos de Administração, Gastronomia e Educação Física, coordenaram as atividades, questionando os alunos de Ensino Médio o que eles já sabiam sobre empreendedorismo para, então, apresentar conceitos e questões relacionadas ao tema. Conforme Larissa, na segunda etapa da oficina, que será realizada na próxima terça-feira, dia 29, os participantes irão pensar em produtos e serviços que eles poderiam desenvolver, assim como nome e marca fictícios. Já Janine acrescenta que o empreendedorismo permeia todas as áreas e pode ser aproveitado tanto em termos profissionais quanto no desenvolvimento de habilidades pessoais.
Entre os participantes, as estudantes Daniela Berwanger e Iasmin Schneider nunca haviam pensado em criar seu próprio negócio, mas já haviam ouvido falar sobre empreendedorismo. “Acredito que, para empreender, é preciso estudo, capacidade de fazer o negócio acontecer e responsabilidade”, disse Iasmin. Já Daniela projetou que gostaria de ter uma fábrica de produtos sem lactose. “Sou intolerante à lactose e ainda não existem muitos produtos assim, então talvez seja uma oportunidade de negócio que disponibilizasse mais opções de produtos”, avaliou ela.
O projeto é vinculado a disciplinas de graduação ofertadas pelo Centro de Gestão Organizacional (CGO). Em um semestre do ano o projeto estará vinculado à disciplina Finanças Pessoais, da qual participam alunos do CGO, e no outro semestre, à disciplina Empreendedorismo, da qual todos os estudantes da Univates podem participar. As oficinas são acompanhadas por professores da Univates.
Neste semestre, são 51 alunos da Univates envolvidos em 15 oficinas, que serão oferecidas para 11 escolas, sendo impactados em torno de 600 estudantes da rede básica de educação. Em 2017, o projeto contou com a participação de 62 alunos de graduação voluntários, que atenderam a 1.226 alunos do ensino médio de 23 escolas localizadas em 16 municípios do Vale do Taquari.
Saiba mais sobre a iniciativa
Oficinas de empreendedorismo: abordam as características do perfil de um empreendedor,como correr riscos calculados, planejamento e monitoramento sistemático, definição de metas, busca de oportunidades e iniciativa, persuasão e rede de contatos, persistência, exigência de qualidade e eficiência, comprometimento, busca de informações, e independência e autoconfiança.
Oficinas de finanças pessoais: trabalham assuntos como receitas, despesas, investimentos, planejamento financeiro pessoal, controle de despesas pessoais, orçamento e fluxo de caixa pessoal, juros, armadilhas que corroem o orçamento familiar, e dicas para enxugar/cortar gastos. Os materiais usados no curso, tais como exercícios e formulários de controle financeiro e resumos dos assuntos tratados, são entregues aos alunos pelos oficineiros quando da realização das atividades.

VestVates contribui para aumento na nota da redação do Enem

Município: Lajeado

Organizado por estudantes da Univates, cursinho popular iniciou em 2017 CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Organizado por estudantes da Univates, cursinho popular iniciou em 2017 CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O VestVates é um cursinho popular organizado por alunos dos cursos de graduação e pós-graduação da Universidade do Vale do Taquari (Univates). Desde outubro do ano passado, os acadêmicos contribuem de forma voluntária com o conhecimento de estudantes de escolas públicas que desejam entrar para a universidade. Eduarda Faleiro, de Taquari, é uma das alunas participantes do cursinho. Por causa do VestVates e de sua dedicação, aumentou a pontuação na redação do Enem: de 2016 a 2017, passou de 500 para 920 pontos.
Eduarda ficou sabendo do VestVates por meio de ex-colegas de escola, que viram uma publicação no Facebook e divulgaram o cursinho para a turma. Com o desejo de fazer Arquitetura e Urbanismo, a ex-aluna do Instituto Estadual de Educação Pereira Coruja participou da primeira turma do cursinho em 2017. “Desde então, percebi o quanto o VestVates me ajudou. Os professores são muito dedicados, o material é excelente, e a cobrança que eles têm conosco faz-se essencial para o nosso crescimento”, conta.
Com relação à nota, Eduarda conta que o desafio de realizar duas redações por semana, com correções acompanhadas, foram fundamentais. “Tive um bom embasamento do professor, por meio de aulas explicativas e dinâmicas, além da dedicação e do empenho da minha parte. O conjunto dessas ações resultou em um crescimento considerável na minha nota. Por isso vou me dedicar durante todo este ano para seguir crescendo até atingir meu objetivo”, conta a aluna. “Uma orientação e uma dose de dedicação são fundamentais neste processo. Ver o crescimento de cada aluno justifica todo o nosso trabalho. Eles são a razão da existência do professor e de um projeto como o VestVates”, afirma um dos idealizadores do VestVates, Leonardo Rickes da Rosa, que dá as aulas de redação.
Rosa conta que, nas aulas de redação, há muita prática. “Procuramos melhorar aos poucos. Esclarecemos o que o Enem espera do candidato e trabalhamos de forma a pontuar o máximo em cada competência. Sempre abrimos para os alunos, os quais participam da construção das aulas e tiram suas dúvidas diretamente”, conta. Além disso, os estudantes possuem o processo de monitorias de redação, em que graduandos da Univates corrigem os textos semanais e fazem comentário individual. “Não queremos deixá-los desamparados: o nosso papel é dar a orientação e o apoio”, explica Rosa.
O VestVates iniciou as aulas em outubro de 2017, quando teve a primeira turma com 25 alunos e seis semanas de aulas intensivas. Neste ano, o projeto continua com uma nova turma, de 30 alunos, e com o curso anual, de março a dezembro. “A participação dos tutores e monitores, e a aceitação dos alunos têm sido muito positiva desde o início do projeto. No ano passado, já tivemos bons resultados, mesmo com pouco tempo de curso. Cada dia percebemos o crescimento dos alunos em diferentes contextos, o que nos motiva a seguir em frente projetando novidades para o VestVates”, conta Rosa. As aulas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 19h10min às 22h30min, no Tecnovates, e terão duração de 10 meses. Neste ano, a turma é composta por 30 estudantes.

Pesquisa da Univates, em Lajeado, visa favorecer a produção de mudas de erva-mate

Município: Lajeado

Projeto é realizado pelos programas de pós-graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis e em Biotecnologia, no Tecnovates CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Projeto é realizado pelos programas de pós-graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis e em Biotecnologia, no Tecnovates CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A biotecnologia também pode contribuir para favorecer o desenvolvimento de plantas, garantindo melhor qualidade. E é com esse viés que é realizada, no Programa de Pós-Graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis (Ppgsas) e no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBiotec) da Universidade do Vale do Taquari (Univates), a pesquisa Qualificação na produção de mudas de erva-mate, vinculada ao Projeto Estudo de comunidades vegetais da Depressão Central do Rio Grande do Sul: riqueza florística, estrutura e potencialidades, coordenado pela doutora Elisete de Freitas. Neste estudo, um dos focos é o desenvolvimento de um protocolo que promova o aumento do índice de germinação de sementes de erva-mate e a qualidade das mudas.
Devido à relevância econômica da erva-mate para a região alta do Vale do Taquari, além de estar relacionada a um símbolo da cultura gaúcha, com o chimarrão, a pesquisa foi uma das selecionadas pelo Programa de Apoio aos Polos Tecnológicos, da secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sdect), que repassou o valor de R$ 699.066,05 ao Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari (Tecnovates), com contrapartida da Univates de
R$ 176.639,68, para a compra de equipamentos importantes para o estudo.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, a primeira parte do estudo consiste em melhorar a germinação das sementes de erva-mate, uma vez que menos de 20% das sementes germinam pelo método de estratificação utilizado pelos produtores de mudas. Nesse método, após a limpeza dos frutos, as sementes são colocadas em sacos de areia que ficam enterrados por um período médio de seis meses para que então elas sejam semeadas. “Percebemos que, dessa forma, não ocorre uma germinação uniforme, pois algumas sementes podem levar até três anos para se germinar”, afirma Elisete.
Estudos preliminares com outros métodos de estratificação das sementes já mostraram que é possível alcançar cerca de 40% de germinação e obter mudas de maior qualidade e mais uniformes. “Por isso, a pesquisa busca identificar quais fatores estão influenciando para o alcance dos resultados obtidos nos testes já realizados para que seja desenvolvido um protocolo de estratificação das sementes capaz de promover maior germinação e a geração de mudas com maior uniformidade e qualidade em menor período de tempo”, explica Elisete.
Para isso, o trabalho conta com a colaboração de outros pesquisadores do PPGBiotec, que garantem vários olhares para a mesma questão. A pesquisa também é realizada em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), campus de Lages, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Cascavel.
A pesquisa conta, ainda, com a colaboração de produtores de erva-mate, ervateiras e, principalmente, de viveiristas. “Foi a partir do contato com eles que identificamos que um dos maiores problemas da cadeia produtiva é a dificuldade de se obter mudas de qualidade. E foi esse o nosso foco ao elaborar o projeto. Nosso olhar está voltado para essa demanda, de forma que os resultados obtidos com nossa pesquisa serão disponibilizados para a comunidade produtora. Dessa forma, pretendemos contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva da erva-mate, que tem uma busca constante por melhorias e hoje já desenvolve outros produtos e exporta parte de sua produção”, finaliza Elisete.
Em um segundo momento da pesquisa, que deve ocorrer a partir de 2019, será verificado o potencial alelopático dos frutos, ou seja, a capacidade que eles têm em inibir o crescimento e a germinação de outras plantas, vislumbrando o desenvolvimento futuro de herbicidas naturais. Com isso, os frutos poderiam ser utilizados no controle natural de pragas e invasoras em ecossistemas naturais ou em sistemas de cultivo.
De acordo com Elisete, a motivação para este estudo é a subutilização da erva-mate. “Geralmente, utilizam-se as folhas para a produção da erva-mate, mas existe um potencial também para o aproveitamento dos frutos”, analisa. A pesquisadora acrescenta que há pesquisas da década de 1980 que indicam a função alelopática do extrato da erva-mate e, desde então, não há registro de nenhum estudo que complemente os dados obtidos na época.

Univates promove dia com mais de 40 atividades culturais em Lajeado

Município: Lajeado

Arte na Universidade, que acontece no dia 25 de abril, é gratuito e aberto à comunidade CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVUGAÇÃO/CIDADES

Arte na Universidade, que acontece no dia 25 de abril, é gratuito e aberto à comunidade CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Com mais de 40 atrações desenvolvidas por alunos e professores da Universidade do Vale do Taquari (Univates) e por artistas regionais, o Arte na Universidade promete um dia recheado de atividades culturais. O evento gratuito, que chega em sua segunda edição, ocorre no dia 25 de abril, no campus da instituição, e é aberto à comunidade em geral.
Conforme a organizadora do evento, professora Kári Forneck, a Univates, ao instituir a Área de Artes, assumiu como propósito o incentivo à sensibilização estética por meio da oferta de diferentes disciplinas de artes aos estudantes da graduação. “Um evento como o Arte na Universidade celebra e consolida esse propósito de educar para a cultura, e para o desenvolvimento de um olhar estético, sensível e perspectivista voltado ao mundo contemporâneo”, afirma, esclarecendo que o evento concentra em um dia toda a potência que a arte pode ter na formação pessoal e profissional dos indivíduos, pois incentiva a sensibilidade, a criatividade e a alteridade.
Na programação há oficinas de criação tridimensional, fotolivros, grafite, colagens, dança e teatro. Além disso, nesse dia, o Teatro Univates recebe o recital de alunos da Escola de Música Josélia Jantsch Ferla, das 19h30min às 20h45min, e o espetáculo A história de nós dois, do Grupo de Teatro da Univates, das 21h às 22h30min. Ainda no turno da noite, o evento também conta com intervenções que exploram a realidade virtual e atividades interativas que buscam a reflexão sobre ações do dia a dia e processos de produção.
“Em resumo, há vivências para todos os gostos, idades e interesses”, declara Kári. Além da expansão do evento para atividades de experimentação, como oficinas e workshops, a professora explica que, nesta edição, há mais propostas de atividades organizadas pela comunidade externa. “Ampliamos, ainda, as formas de experimentação, já que, além das artes mais conhecidas, incluímos outros cenários possíveis, como a arte digital pela experiência Tilt Brush e o Cinema 360º”, destaca. As inscrições para o Arte na Universidade podem ser feitas, gratuitamente, no site www.univates.br/evento/arte-na-universidade, onde também é possível conferir a programação completa.