Sensores poderão detectar bactérias no Rio dos Sinos

Município: Campo Bom, Novo Hamburgo

Projeto terá o objetivo de desenvolver sistemas inteligentes de monitoramento da qualidade da água CRÉDITO: ANA KNEVITZ/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Projeto terá o objetivo de desenvolver sistemas inteligentes de monitoramento da qualidade da água CRÉDITO: ANA KNEVITZ/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Nos últimos dias, a Universidade Feevale recebeu pesquisadores da University of Southern Denmark, com vistas a futuros projetos em conjunto na área da qualidade ambiental. A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex) da Universidade Feevale, por meio do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental, promoveu a atividade. Na última segunda-feira, dia 24 de abril, professores das duas instituições participaram de workshop no Feevale Techpark, em Campo Bom, com o objetivo de aproximar as duas universidades. Já na terça-feira, 25, aconteceu uma reunião para que, a partir do que foi debatido no workshop, as duas universidades pudessem alinhar os futuros projetos em conjunto.
Na reunião, foram iniciadas as tratativas para um projeto de pesquisa que focará no desenvolvimento de uma plataforma de monitoramento de água, em tempo real, com a utilização de parâmetros físicos, químicos e biológicos de forma conjugada, também chamado de Real Time Monitoring System. A pesquisa visa juntar experiências nas áreas de qualidade da água, tecnologias e engenharias, considerando que os pesquisadores de limnologia e ecologia estão na Universidade Feevale, enquanto os pesquisadores de engenharia de biossensibilidade estão na University of Southern Denmark.
O projeto será elaborado concomitantemente por ambas as instituições; em junho deste ano, o professor José Galizia Tundisi fará uma visita à University of Southern Denmark, momento no qual ambas universidades discutirão o rascunho do projeto. A partir desse momento, serão feitas webconferências, com a intenção de finalizar o texto do projeto até o final do ano para, então, submetê-lo a agências de fomento externo no Brasil e no exterior. Trata-se de uma inovação tecnológica, com potencial de patente e amplo mercado consumidor.
Sobre as áreas de pesquisa das duas universidades
A University of Southern Denmark produz sensores eletrônicos de detecção de matéria orgânica (bactérias e outros) em meios fluidos, no departamento NanoSYD do Instituto Mads Clausen. A universidade dinamarquesa tem interesse em ampliar essa tecnologia, em parceria com um país em desenvolvimento, para a utilização na área ambiental. Hoje, no país europeu, esse método é utilizado para monitoramento de qualidade na área alimentícia.
Já a Universidade Feevale, por meio do programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental, é referência no estabelecimento de plataformas urbanas de avaliação da qualidade da água dos rios e em planos de gestão para melhorar a qualidade e recuperação da água. Um projeto em conjunto entre os dois países visará desenvolver sistemas inteligentes integrados para monitoramento dos rios, por meio de microequipamentos eletrônicos para detecção de bactérias e outros materiais orgânicos nas águas dos nossos rios – sensores que poderão ser colocados, futuramente, à disposição do poder público, explica o professor José Galizia Tundisi. “Esse projeto nos trará uma tecnologia mais avançada de monitoramento da água, fortalecerá a internacionalização da Feevale e acelerará o intercâmbio entre as duas instituições”, afirma.

 

Campo Bom recebe primeira Unidade de Terapia Intensiva

Município: Campo Bom

Espaço conta com 245 metros quadrados e 10 leitos do Sistema Único de Saúde CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO BOM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Espaço conta com 245 metros quadrados e 10 leitos do Sistema Único de Saúde CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO BOM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

No dia 15 de outubro, entrou em operação a primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da história da cidade. Instalado no Hospital Dr. Lauro Reus, o espaço, de 245 metros quadrados e 10 leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), está de portas abertas para receber pacientes de todo o Rio Grande do Sul. Construída pela prefeitura, a unidade está sob a responsabilidade técnica e administrativa do grupo Hospital de Caridade São Roque (HCSR), que, desde 2013, presta serviços ao município no gerenciamento do Lauro Reus. De camas a respiradores, passando por desfibriladores e monitores multiparamétricos, o novo espaço conta com equipamentos de ponta, automatizados, com recursos terapêuticos diferenciados e a melhor tecnologia de precisão disponível em nível mundial.
O projeto da UTI se preocupou tanto com o conforto dos pacientes que até uma claraboia central foi construída para garantir a iluminação natural no ambiente, permitindo que o paciente se oriente quanto ao período do dia. Tecnologias como piso em borracha antiestática (que absorve até ruídos) e manta sem cantos vivos (que contribuí para evitar infecções hospitalares) são detalhes da nova unidade, que estava em processo de habilitação desde o término de sua obra física, no final do ano passado.
“Para chegarmos a esse dia, muitas escolhas foram necessárias. Tivemos que abrir mão de outros investimentos e, por último, neste mês, precisamos tomar atitudes mais severas de economia; do contrário, nossa UTI não estaria abrindo as portas”, comenta o prefeito Faisal Karam, que, recentemente, reuniu seu grupo de trabalho para uma visita de agradecimento e reconhecimento à unidade, ocasião em que foi assinado o Termo de Autorização ao HCSR gerenciar os 10 leitos.
A UTI do Hospital Lauro Reus começou a ser construída em junho de 2013, junto com a obra de ampliação (em cerca de 1.500 metros quadrados) do hospital, que recebeu 32 novos leitos, entregues à comunidade em dezembro, em um investimento de cerca de
R$ 9 milhões em recursos próprios da prefeitura. Desde então, adequou-se às normas do Ministério da Saúde para atendimento e credenciamento SUS, tendo sua portaria publicada em 21 de setembro. Fundado em 1947, o hospital de Campo Bom passou por três grandes obras de ampliação ao longo de seus 70 anos e chegou a fechar as portas à comunidade no final da década de 1990 em decorrência de uma crise financeira. A disponibilização dos leitos da UTI será por meio da Central de Regulação da secretaria estadual da Saúde.
Arte em Evidência recebe exposição comemorativa aos 25 anos da Escola de Arte-Educação
Até esta sexta-feira, dia 28 de outubro, o Espaço Arte em Evidência recebe exposição alusiva aos 25 anos de fundação da Escola de Arte-Educação (EAE). São cerâmicas, telas e fotografias desenvolvidas nos cursos ABC das Artes e Processos Fotográficos oferecidos pela instituição e que estão expostas no centro administrativo.
Os trabalhos em cerâmica, por exemplo, são produzidos por alunos de cinco a nove anos de idade que desenvolveram as técnicas como conteúdo curricular no segundo trimestre. Conforme a coordenadora da EAE, Sandra Volkmer, a técnica de modelagem é indicada para desenvolver a motricidade fina e para melhoria da escrita. “Esses trabalhos são indicados para melhorar a capacidade de executar movimentos finos, como segurar uma tesoura ou lápis, e a harmonia na escrita”, conta. Durante as aulas, os alunos realizaram o preparo do material, execução das peças, acabamento, queima e pintura.
Já o curso de Processos Fotográficos, que atende alunos dos 10 aos 16 anos, estudou a captação de imagens com experimentos lúdicos, como a câmera de pinhole (feita a partir de uma caixa com um orifício), ampliação de projeção de imagens fazendo um contraponto com as novas tecnologias.
O Espaço Arte em Evidência está localizado no saguão da prefeitura e é aberto para exposições de artistas da comunidade. Os artistas podem expor individualmente ou em grupo, e as peças ficam expostas pelo período de até um mês, sendo a estrutura oferecida pela administração municipal.

 

Condomínio Empresarial Feevale Techpark é inaugurado em Campo Bom

Município: Campo Bom

Espaço conta com 25 salas para novos empreendimentos de base tecnológica CRÉDITO: ANA KNEVITZ/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Espaço conta com 25 salas para novos empreendimentos de base tecnológica CRÉDITO: ANA KNEVITZ/DIVULGAÇÃO/CIDADES

“Não tem crise para quem investe em inovação e tecnologia.” Essa frase, do pró-reitor de Inovação da Universidade Feevale, explica como, em época de economia retraída, o Feevale Techpark continua crescendo. Dando continuidade à sua estratégia de fortalecimento e expansão, o Parque Tecnológico da Feevale inaugurou, no último dia 4 de agosto, mais um espaço para novos empreendimentos. O Condomínio Empresarial Feevale Techpark 3 está sediado na unidade de Campo Bom do Parque (Alameda da Inovação, nº 270, Zona Industrial Norte) e conta com 25 salas para novos empreendimentos de base tecnológica, além de uma sala de capacitação para realização de workshops e treinamentos para empresas residentes e incubadas.
De acordo com a reitora da Universidade Feevale, Inajara Vargas Ramos, o projeto vislumbra um futuro de prosperidade para a região. “Diariamente, na universidade, somos desafiados a criar soluções para o desenvolvimento de nossa região, por meio de oportunidades que resultem no fomento da economia. Esse novo espaço é mais um passo rumo à nossa expansão para Campo Bom, onde futuramente também instalaremos o Campus 3. Então, queremos oportunizar conhecimento, formação, novos negócios e ideias para fomentar o crescimento da sociedade como um todo”, afirmou.
O projeto da obra do Condomínio Empresarial Feevale Techpark 3, com área construída de 1.024 metros quadrados, contou com investimento de R$ 2.150 milhões, dos quais
R$ 1.226.189,56 são recursos viabilizados por meio de convênio com a secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) e R$ 923.810,44 investidos pela Universidade Feevale. Já o terreno onde está construído o prédio tem área de 2.500 metros quadrados e foi doado pela prefeitura.
O novo espaço receberá empresas residentes do Parque Tecnológico e também aquelas que tenham sido graduadas pela Incubadora Tecnológica da Universidade Feevale. Igualla, Neovech, Vib Master, Vib Term, Tekmarket, F3DB e Rankine são empresas residentes no parque que já estão em fase de instalação no prédio.
“Hoje, apresentamos mais um ambiente que complementa a estrutura que temos no Feevale Techpark. Além do espaço para 25 novas empresas, essa iniciativa ancora a expansão da Universidade Feevale para Campo Bom, onde também, futuramente, deve ser instalado o Campus 3”, disse Prodanov. De acordo com o pró-reitor de Inovação da Feevale, isso demonstra que o resultado depende do trabalho que é realizado. “Para quem investe em inovação e tecnologia, quem busca novas oportunidades de negócios e percebe aquilo que o mercado busca, não há tempo de crise. É por isso que estamos crescendo a cada ano, pois nosso foco está nas oportunidades, e não na falta delas”, completa. O Feevale Techpark gera mais de 4 mil empregos diretos e, até julho de 2016, as 45 empresas nele instaladas movimentaram cerca de R$ 250 milhões em faturamento.
Luiz Ricardo Bohrer, presidente do Conselho de Administração da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Universidade Feevale, salientou a importância da parceria entre universidade, empresários e governantes para a consolidação desse projeto. “Aqui, vemos a real concepção da tríplice hélice, em que poder público, universidade e empresas se unem com um objetivo em comum que, nesse caso, é o de diversificar a economia da região”, disse.
Para o secretário adjunto da secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Renato Oliveira, esse projeto vem ao encontro da estratégia do Estado para combater a crise. “Juntamente com os outros parques tecnológicos do Estado, o Feevale Techpark faz parte de nossa proposta de transformar a economia do Rio Grande do Sul. Ele será um dos motores para que a indústria da região aponte novos horizontes para nosso estado”, afirmou.
Também esteve presente o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Campo Bom. “Várias empresas se instalaram em Campo Bom em virtude da estrutura disponível aqui no Feevale Techpark. Por isso, para a prefeitura, a doação do terreno para a construção desse novo espaço é, na verdade, um investimento na economia local”, disse.

 

Alunos criam sistema de irrigação com energia ergométrica em Campo Bom

Município: Campo Bom

Regaplants garante economia de água e preservação ambiental CRÉDITO: GABRIELA DI BELLA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Regaplants garante economia de água e preservação ambiental
CRÉDITO: GABRIELA DI BELLA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Um sistema de irrigação criado por alunos do 4º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Esperança, no bairro Operária, está mudando hábitos na escola e conceitos na comunidade. Focados em planejar algo que auxiliasse o meio ambiente e contribuísse com a economia da escola, decidiram trabalhar em benefício de um dos recursos naturais mais escassos no mundo atualmente, a água. Montaram uma cisterna que coleta água da chuva, e com a ajuda de um equipamento criado por eles mesmos e que tem uma bicicleta ergométrica como propulsor na geração de energia, conseguem reaproveitar esta água para regar a horta e o jardim da instituição. Além de contribuir com o meio ambiente, a iniciativa também garante água para a limpeza da escola e ainda ajuda nas atividades físicas do grupo de 25 alunos, que batizou o projeto de Regaplants.
Inspirados em um projeto que conheceram em uma feira e que utilizava o movimento de uma bicicleta para gerar energia, os alunos decidiram focar no seu próprio projeto. “Viram na feira uma bicicleta que gerava energia a partir das pedaladas e decidiram desenvolver um projeto que usasse a mesma fonte de energia para promover a irrigação na escola”, relata a professora responsável pelo projeto, Fabiane Melo, 39 anos, ressaltando que a própria cisterna é iniciativa dos alunos. “Usaram o valor de uma premiação em uma feira de ciências para investir na construção de um reservatório para mil litros de água da chuva em substituição a outro também elaborado por eles, só que com capacidade para 70 litros.” Para dar vida ao projeto, mobilizaram pais e comunidade para conseguirem uma bicicleta ergométrica e até um motor de geladeira que foi adaptado para o propósito de bombear a água. “Saiu no jornal da escola que a palavra da vez era economia. Pensamos que precisávamos fazer algo que ajudasse na economia da escola. No início foi difícil achar os materiais que precisávamos, mas conseguimos”, relata o aluno Guilherme de Oliveira da Silva, de apenas 9 anos.
O sistema desenvolvido pelos alunos usa um cano conectado a um galão de água da chuva, sendo este ligado ao motor junto à bicicleta e do qual sai uma mangueira de menor diâmetro. Ao pedalar intensamente a bicicleta, a água da cisterna que sai pelo cano maior, passa pelo motor e é impulsionada pela bomba, saindo na ponta final com pressão suficiente para irrigar. O esforço de movimentar a bomba é coletivo, o que para Cadimiel de Almeida Pereira, de 10 anos, é muito bacana. “Além de ser importante para economizar energia e luz nós ainda fazemos ginástica, gastamos calorias e saímos do sedentarismo”, ensina o aluno. Por meio do Projeto Regaplants, a água das cisternas é suficiente para regar todo o jardim e fazer limpeza da escola.

Escolas recebem novas lousas interativas digitais em Campo Bom

Município: Campo Bom

Lousas funcionam com o computador conectado (ou não) à internet CRÉDITO: TALITA ASSIS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Desde 2010, o município deixou de lado o giz e o quadro negro em muitas situações no Ensino Fundamental para aderir a um novo conceito tecnológico de aprendizagem – as lousas digitais. Presentes em todas as escolas da rede municipal, a tecnologia virou realidade nas salas de aula de anos finais (do 6º ao 9º ano), e, recentemente, mais sete lousas se somaram às 100 já instaladas. As unidades recentes foram destinadas às escolas Duque de Caxias (cinco) e Morada do Sol (duas) e representaram investimento de cerca de R$ 40 mil. “As novas ferramentas tecnológicas estão cada vez mais presentes na vida das crianças e a escola precisa acompanhar esta evolução, aliando o uso dessas facilidades ao ensino e tornando o aprendizado mais atraente e lúdico”, avalia a titular da secretaria municipal de Educação e Cultura, Eliane dos Reis.
Na escola Duque de Caxias, a lousa é usada em todas as matérias. “Ela é um recurso tão rico e atraente que usamos em todas as disciplinas, falando a mesma linguagem do aluno e prendendo ele ao conteúdo, pois com ela é possível visualizar imagens, usar internet, utilizar em jogos virtuais, buscar notícias e esclarecer dúvidas a qualquer momento”, define a diretora Raquel Metz, 41 anos. A diretora frisa ainda que a união da tecnologia e educação passa a ser cada vez mais importante. “A informação é muito rápida e com o uso da tecnologia a aula se torna mais atual e atrativa. Assim, os alunos aprendem a usar todas as ferramentas tecnológicas em benefício próprio”, disse a diretora, que comemora o fato de todas as 10 salas da escola estarem equipadas com a ferramenta.
Impressionados com as possibilidades e rapidez da lousa, os alunos se referem à professora como mágica. “É tudo muito rápido e fácil de usar. Com ela, as aulas de português ficaram mais fáceis”, disse Vinicius Correa, de 9 anos, aluno do 4º ano da escola Duque de Caxias. Já para Emanuela Patrícia Souza, também de 9 anos, foi a matemática que ficou menos complicada. “Na lousa, a professora coloca um jogo de balões que ajuda muito na tabuada. É divertido e nos ajuda bastante, porque podemos participar mais”, comentou a aluna se referindo à inclusão deles neste processo. Os alunos podem escrever, pesquisar, jogar na lousa e o ensino deles não fica restrito ao caderno. “Além de ajudar no conteúdo, a inserção de uma tecnologia dentro da sala de aula contribui com o progresso da criança dentro da sociedade, que atualmente é toda voltada ao uso da internet”, acrescenta a diretora.
A lousa é uma tela magnética que funciona em interface com o computador conectado (ou não) à internet. Assim, o conteúdo é projetado nela e manipulado por meio de uma caneta digital. Com ela, é possível escrever, pesquisar conteúdos na internet, visualizar imagens, sanar dúvidas no mesmo horário e aderir jogos virtuais às aulas. Enquanto o conteúdo é projetado na tela, o professor pode fazer anotações.