RGE Sul levará sustentabilidade a estudantes de Bom Princípio

Município: Bom Princípio

Alunos e educadores da rede pública participarão das atividades sobre energia e meio ambiente CRÉDITO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Alunos e educadores da rede pública participarão das atividades sobre energia e meio ambiente CRÉDITO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Com o objetivo de levar a temática da sustentabilidade para dentro das escolas públicas, o Projeto Educar para Transformar, da concessionária de energia elétrica Rio Grande Energia (RGE) Sul, realiza atividades na cidade nesta quinta e sexta-feira, dias 2 e 3 de março. Estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental vivenciarão as ações educativas no Ginásio Municipal de Esportes José Bertoldo Ledur, localizado no parque municipal, na rua Celestino Volkweiss, s/nº, em dois turnos, com início às 9h e às 14h.
O projeto itinerante visa à formação de sociedades mais conscientes e comprometidas com o planeta. Para isso, aposta na educação, por meio da abordagem dos temas energia, água, resíduos e mobilidade e suas aplicações no dia a dia. Até setembro, o terceiro ciclo do Educar para Transformar percorrerá os 118 municípios da área de abrangência da empresa.
Serão realizadas 300 ações gratuitas, que se dividem em dois momentos. Os Seminários Regionais – capacitações específicas para educadores – têm como tema Educação para a formação de sociedades sustentáveis e contemplam em sua programação oficinas, workshops e uma mesa redonda com três palestrantes. Já as Ações são momentos de aprendizagem por meio de atividades lúdicas, desenvolvidos para alunos e educadores e realizadas em cada um dos municípios. Integram as atividades um grande círculo para a encenação de um espetáculo teatral, além de jogos e dinâmicas sobre o uso seguro e eficiente de energia elétrica, destino correto do lixo, consumo consciente de água e mobilidade. Nas duas ocasiões, são entregues materiais didáticos para fomentar a continuidade dos trabalhos nas escolas.
Pertencente ao Programa de Eficiência Energética da RGE Sul, o projeto é realizado em parceria com as prefeituras, por meio das secretarias municipais de Educação, e Coordenadorias Regionais de Educação. A iniciativa percorreu 79 cidades nos seus dois primeiros ciclos (2012 e 2014/2015), com a participação de mais de 204 mil pessoas.
Sobre a CPFL Energia e o Programa de Eficiência Energética
A RGE Sul integra o grupo Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) Energia, que, há 103 anos, está presente no setor elétrico, com atuação nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 14,3% de participação, totalizando mais de 9,1 milhões de clientes em 679 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, o grupo é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. Também é um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.
Na geração, é o segundo maior agente privado do País, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011, criou a CPFL Renováveis, com ativos como Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.144 MW no final do segundo trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.
Por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), são desenvolvidos projetos para combater e evitar desperdícios de energia elétrica junto aos clientes, sejam eles indivíduos ou organizações. Seguindo uma determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), destina o grupo 0,5% da receita líquida anual para essa finalidade e promove o uso eficiente da energia elétrica por meio da regularização de ligações informais em comunidades de baixa renda.

 

Biblioteca Érico Veríssimo comemora aumento de público em Bom Princípio

Município: Bom Princípio

Além do acervo de cerca de 17 mil volumes, espaço oferece diversas atividades culturais CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PRINCÍPIO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Além do acervo de cerca de 17 mil volumes, espaço oferece diversas atividades culturais CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PRINCÍPIO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A ideia de mudar a Biblioteca Pública Municipal Érico Veríssimo de lugar, transferindo-a dos fundos do centro administrativo para a rua Irmão Weibert, não foi uma ação despropositada. O novo prédio é amplo e claro e fica em uma localização privilegiada, na rua que teve toda a atenção da administração para resgate de identidade, de história e de cultura da cidade. Com o novo espaço, localizado na rua Irmão Weibert, nº 1.265, no Centro, foi adaptado um novo horário de funcionamento do local. Agora, a biblioteca abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 12h30min às 18h30min, e aos sábados, das 8h às 12h, para permitir a todos o uso da biblioteca.
O que não se sabia é que a mudança daria tão certo. Os projetos implementados no espaço inaugurado em maio de 2015 ampliaram a procura e expandiram as atrações para um público além escola. Conforme Cláudia Pianta, bibliotecária que responde pelo espaço desde dezembro de 2015, os números de procura dos visitantes não só pelos títulos, mas também por pesquisas, projetos, entre outros, aumentaram bastante desde então. “Começamos a registrar em gráficos a procura. Em dezembro de 2015, tínhamos uma média mensal de menos de 400 visitantes. A partir daí, os números só cresceram, gradativamente, atingindo picos de mais de 1,8 mil mês em épocas de férias. Em novembro de 2016, foram registrados mais de 600 visitantes”, revela a bibliotecária.
E os visitantes são levados muito a sério, tanto que, atendendo aos seus pedidos, registrados em um quadro na nova sede, foram adquiridas, logo depois da inauguração, mais de 100 obras novas – a grande maioria de literatura atual e clássicos em novas edições. O investimento foi de R$ 4,7 mil. A nova sede também já recebeu várias doações, entre livros didáticos, clássicos e obras diversas, nacionais e até vindos da Alemanha, como os doados pelo casal Norbert e Brigitta Friedrich, visitantes da cidade coirmã de Bom Princípio na Alemanha, Klusserath, e levaram para a biblitoeca seis obras infantis, todas em alemão: 101 Dalmatiner (101 Dálmatas); Aladdin; Das Dschungelbuch (Mogli, o menino da selva); Peter Pan; Scheewittchens abenteuer im dal (Branca de Neve e os 7 anões); e Die Marchenbahn.
Além das novas obras adquiridas para enriquecer o acervo da nova sede, a biblioteca municipal também foi contemplada com investimentos no valor de R$ 22,4 mil, recursos recebidos do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, do Ministério da Cultura, por meio do Prêmio Boas práticas e inovação em bibliotecas públicas. O projeto premiado foi Biblioteca Pública, local de preservação e construção de saberes da Biblioteca Érico Veríssimo. Esse prêmio é parte integrante das políticas públicas culturais do governo federal e tem como objetivo reconhecer as boas práticas e projetos inovadores aplicados em bibliotecas públicas municipais e estaduais.
O que tem na nova sede
A biblioteca tem, atualmente, cerca de 17 mil volumes e, destes, 4,5 mil títulos estão cadastrados no BIBlivre, sistema que possui 850 usuários no município. A estrutura da biblioteca oferece, ainda, um telecentro com quatro computadores e espaço multimídia com televisão com acesso à internet. Além disso, o espaço também conta com o Cantinho da Criançada, onde os pequenos podem sentar, ler, pintar e desenhar. Os pequenos têm um espaço onde estão as dicas de leitura, onde podem receber e repassar sugestões para outras crianças.
Outro projeto criado na nova sede foi o Recado no livro, onde os leitores usam envelopes para deixar, dentro do livro lido, um recado sobre a leitura para o próximo usuário. As impressões nos guardanapos foi um projeto que deu certo e muitos usuários da biblioteca aderiram. Além da leitura e da pesquisa, os pequenos ainda podem participar, duas vezes por mês, de oficinas de arte; da hora da leitura, que ocorre todos os dias; de sessão de cinema, duas vezes por mês; e do Projeto Leitura Viva, onde um escritor do município é convidado a falar sobre sua obra e ler partes de seus livros para adolescentes.
Atualmente, a média de usuários diária na biblioteca é de 50 pessoas, conforme a bibliotecária Cláudia Pianta, especialmente nas férias, quando aumenta consideravelmente a procura pelo espaço. Por mês, são retirados na biblioteca mais de 750 livros. O número de usuários cadastrados, desde a inauguração da sede, quase triplicou; eram 350 em dezembro de 2015 e, hoje, ultrapassam os 900. Em 2016, foram realizadas mais de 30 Horas do Conto na Biblioteca. A parceria com as escolas para a Hora da leitura e empréstimo de livros chega a mais de 150 alunos por semana.

 

Estudante Parceiro incentiva novos projetos de pesquisa em Bom Princípio

Município: Bom Princípio

Ideia do programa é aproveitar o potencial dos estudantes na busca de melhorias e inovações nas diversas áreas da administração municipal CRÉDITO: JOÃO MATTOS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Ideia do programa é aproveitar o potencial dos estudantes na busca de melhorias e inovações nas diversas áreas da administração municipal
CRÉDITO: JOÃO MATTOS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Instituído pela Lei Municipal nº 2.400/2015, sancionada pelo prefeito Vasco Alexandre Brandt em dezembro de 2015, o Programa Estudante Parceiro é uma forma de incentivo aos estudantes de cursos de nível superior, de pós-graduação, de mestrado e doutorado, para o desenvolvimento de seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) ou teses. A ideia é aproveitar o potencial dos estudantes na busca de melhorias e inovações nas diversas áreas da administração municipal.
Para participar do programa, o estudante deverá apresentar ao município o projeto e informações básicas de sua pesquisa, cuja aplicabilidade será avaliada pelo secretário municipal da pasta da área a qual se referir o trabalho. É este secretário que dará o parecer sobre o enquandramento ou não do estudante no programa.
Auxílio financeiro
Depois da aprovação, a realização do TCC ou tese contará como trabalho voluntário para fins do recebimento do auxílio financeiro do Programa Municipal de Apoio aos Estudantes. Satisfeitas as condições da pesquisa, em 10 dias o estudante receberá 50% do valor do auxílio, e o restante após a aprovação na banca examinadora. Os valores do auxílio são R$ 300,00 para TCCs de nível superior, R$ 400,00 para trabalhos de conclusão de pós-graduação e MBA, R$ 750,00 para teses de mestrado e
R$ 1 mil para teses de doutorado.
Conforme o secretário municipal de Gestão e Finanças, Jônatas Weber, a cada semestre, muitos estudantes locais se engajam e dedicam-se a construir um trabalho ou uma tese. “Queremos incentivar o estudo de questões de interesse da administração municipal e da comunidade, para isso criamos este programa”, explicou o secretário.
Segundo o prefeito Brandt, a ideia também é valorizar estes estudantes. “Esta é uma parceria que vai reconhecer toda a potencialidade dos estudantes de Bom Princípio. Temos visto aqui, desde o Ensino Fundamental, grandes talentos e incentivamos o seu desenvolvimento e a sua evolução. Esta é nossa oportunidade de não estancar este crescimento”, finaliza o prefeito.

Biblioteca pública oferece atrações a todas as idades nas férias em Bom Princípio

Município: Bom Princípio

O pequeno Afonso, de seis anos, coloca sua sugestão no quadro CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PRINCÍPIO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O pequeno Afonso, de seis anos, coloca sua sugestão no quadro
CRÉDITO: PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM PRINCÍPIO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Tudo começou com um convite para a galerinha curtir a Biblioteca Pública Erico Verissimo. No primeiro encontro havia três crianças, no segundo eram cinco e, no último dia 21 – terceiro encontro – já eram 18. “Este foi um projeto bem simples para incentivar não só a leitura, mas a cultura em geral. A ideia foi elogiada pelos pais, teve o apoio de logística dos avós e acabou se repetindo. Aqui, eles pintam, usam o computador, leem, sugerem leituras, olham vídeos”, explica a professora responsável pela biblioteca, Cláudia Pianta.

Para a secretária municipal de Educação, Raquel Müller München, a iniciativa é muito boa na medida em que a participação é cada vez maior. Ela aproveita e convida mais leitores e toda a comunidade a participar e visitar o espaço. “A leitura é importante em todas as idades, e quanto mais cedo incentivar, melhor. Especialmente nas férias, quando se percebe que os estudantes leem menos. Uma boa dica é praticar exercícios ao ar livre e ler diariamente. Não precisa ser obrigatoriamente um livro, podem ser gibis, jornais, revistas, desde que seja algo que agrade o leitor. E visitar a biblioteca desperta essa vontade”, diz. A secretária lembra que a biblioteca conta com acervo variado e sugestões sempre são bem vindas. “As crianças aprendem a partir do exemplo, então a dica também vale para os pais”, completa.
Entre as crianças que aproveitaram a tarde de atividades estava Rafaeli Spohr, 11 anos, que já é frequentadora da biblioteca. Ela é fã das publicações do Almanaque Maluquinho, de Ziraldo. Um deles, Julieta no mundo da culinária, foi o seu escolhido para colocar no quadro de sugestões. “Achei legal, porque gosto de comida, além de já ser fã do Almanaque Maluquinho”, disse a menina. Rafaeli está aproveitando as férias na biblioteca para assistir aos vídeos, pintar, usar o computador ou simplesmente ler. “Alguns livros eu leio aqui mesmo, outros eu levo para casa”, revela.
Afonso Ledur Jungues, de apenas seis anos, tem a avó que mora a poucos metros da nova sede da biblioteca. Com esta facilidade, não é difícil encontrar o menino em meio aos corredores de livros. Colocando sua sugestão – O livro do Aye-Aye, de Richard Byrne – no envelope do quadro de sugestões, ele já vai explicando o que chamou a atenção na obra. “O livro conta a história de um estudante muito prestativo que foi recompensado parando dentro de um livro”, explica. Segundo Afonso, ele sabe ler mais ou menos, mas, além de ter a avó para ler os livros para ele, ainda pode contar com seus ensinamentos para aprender a ler.
E para quem não mora tão perto quanto o pequeno Afonso, tem as avós, como é o caso de Nicole Reuse, de três anos e meio, que chega à Biblioteca de mãos dadas com a avó, Nila Reuse, e vai direto no quadro de sugestões escolher a sua obra. “Ela adora livros, geralmente sou eu que leio para ela, e, desde que a biblioteca mudou de lugar, viemos bastante aqui”, conta a avó. Já Amanda da Rosa Dorneles, 10 anos, vem à biblioteca na companhia da mãe, Gessi. “Para eles, vir à biblioteca também é aproveitar as férias. Este projeto é muito bom, minha filha não é tão interessada em leitura, mas gosta daqui para outras atividades, e como está no meio dos livros, isso acaba incentivando de uma forma ou de outra”, diz Gessi.
E para quem pensa na biblioteca como um lugar sombrio e vazio, tem ainda um trio de adolescentes que bate o ponto no local, todos os dias. As amigas Janaína de Moura e Karolaine Dias Floriano, ambas de 16 anos, junto com Letícia Aparecida Barth, de 15, até ajudam a organizar os livros nas prateleiras, enquanto procuram os melhores títulos para uma boa leitura. Se os pequenos têm as suas sugestões dadas pelos coleguinhas, com as jovens não é diferente. Elas decidiram incentivar a leitura dos adolescentes com sugestões de livros que já leram. Na outra ponta do balcão, para os adultos, está uma xícara de cartolina, com guardanapos, canetas e uma sugestão: “Não seria gostoso deixar um recadinho para a próxima pessoa a ler o livro? É bem simples: escreve algo bem legal nos guardanapos de papel e coloque no meio do livro. Assim, o próximo que pegar vai ler e se interessar pela obra”. Conforme Janaína, quando a capa não chama a atenção, uma boa avaliação com indicação, dentro do livro pode fazer a diferença.

 

Festa Nacional do Moranguinho vende mais de cinco toneladas em Bom Princípio

Município: Bom Princípio

O primeiro fim de semana foi o mais intenso no consumo: foram 5.276 caixas in natura e 1.925kg transformados em derivados CRÉDITO: VERA FERNANDES/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O primeiro fim de semana foi o mais intenso no consumo: foram 5.276 caixas in natura e 1.925kg transformados em derivados
CRÉDITO: VERA FERNANDES/DIVULGAÇÃO/CIDADES

 

O encerramento da 16ª Festa Nacional do Moranguinho, realizado no final da tarde do último domingo, dia 20, teve emoção nos discursos das soberanas e do presidente da festa. Os visitantes, mais de 100 mil pessoas que passaram pelo parque municipal desde o dia 5 de setembro, também foram destacados no discurso do prefeito Vasco Alexandre Brandt, que os como as reais estrelas da festa.
O consumo do morango, fruta símbolo da cidade, foi consumido generosamente nos dias da festa. A fruta foi comercializada in natura em mais de 10 mil caixas. Somado a este montante, quase 5 toneladas foram transformadas em derivados e consumidos especialmente com chantilly e chocolate. As oscilações no consumo do morango foram grandes em cada fim de semana, e se deram não só pelo péssimo tempo do último fim de semana, como também pelo tipo de público que frequentou o evento.
O primeiro fim de semana foi o mais intenso no consumo: foram 5.276 caixas in natura e 1.925kg transformados em derivados. No segundo fim de semana, reduziu o consumo in natura, mas aumentou o transformado. Foram 4.193 caixas, e 2.340kg em derivados. Nos últimos dias foram comercializadas 1.335 caixas e o consumo para transformação em derivados ficou, segundo os produtores, em 60% do peso da semana anterior. Mesmo com a baixa dos últimos dias, conforme o vice-presidente da festa, Leneu Blauth, o consumo foi ótimo. “Basta considerarmos o mau tempo e as chuvas torrenciais do fim de semana”, explica.
O município produz hoje uma média de mais de 900 toneladas de morangos por ano. Ao todo, são 87 famílias produtoras, que cultivam variedades como: San Andréias, Albion, Camarosa, Festival e Oso Grande, entre outras. Ao todo, 68% da produção é de cultivo em substrato; 75% das mudas são renovadas todos os anos enquanto 25% ficam para segundo ano. A média anual de estufas construídas é de 21 mil m². A produtividade média é de 1 kg por muda.
A 16ª Festa Nacional do Moranguinho trouxe para o público todas as atrações tradicionalmente marcadas no evento: exposição da indústria, comércio, artesanatos, agricultura familiar e as cucas, roscas e pães do Clube de Mães, onde no primeiro fim de semana registrou espera em fila por mais de meia hora para adquirir os produtos. Também os shows, espetáculos que reuniram milhares de pessoas, como os show de Jota Quest, Fernando e Sorocaba, Frozen, ATL DJ, João Luiz Corrêa e outras atrações.
Além disso, também houveram novidades, como o novo mascote: o Guinho, que foi espalhado pelo parque e que fez a festa da garotada, com um boneco de 4 metros de altura, tão fotografado quanto as soberanas Morgana Machado, Júlia Marx e Andressa Steffens.
A festa também manteve a tradição da exposição de morangos, nas tendas dos produtores, na estufa, ou na exposição das frutas que concorreram ao melhor da festa em cada variedade. A premiação dos morangos ocorreu no sábado à noite. Os premiados foram Evanir Ciganski Leal, André Brandt e Pricila Brustolin, primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, na variedade San Andreas; Inácio José Schuster, Claudete Schuster e Camila Scherer Schuster, primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, na variedade Portola; Eloi Frederico Wilhelmsen, Valdenice Boettcher Lamb e Tadeu Gossler, primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, na variedade Oso Grande; Odair José Veit, Hélio Liell e Joelmir Steffen, primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, na variedade Festival; Laura Kraiszik, Valter Brustolin e Ivo Antônio Brustolin, primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, na variedade Camarosa; e Dari Valmir Knecht Schaurich, Ricardo Buchmann e Celso Irineu Wille, primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, na variedade Albion.
“Estou muito feliz que deu tudo certo, não só no setor de morango, que ficou sob a minha responsabilidade, mas em todas os setores da festa”, disse o vice-presidente Blauth. Segundo ele, a festa foi perfeita em números e em qualidade. “Todos estão satisfeitos, pois os agradecimentos continuam em todas as partes, não só pela comunidade, mas principalmente pelos visitantes. Quando se recebe uma visita que se gosta muito, nos preparamos bem para recebê-la, oferecemos o que temos de melhor, agradamos. Foi isto que conseguimos fazer, percebi que no decorrer de toda a festa nossos visitantes saíram satisfeitos”, disse. Ele também relatou que integrar a Comissão Organizadora foi uma oportunidade de colaborar na construção da história das festas do moranguinho no município.
Para o presidente Gerhard Ledur, a avaliação da festa é bastante positiva. “Mesmo com o último fim de semana chuvoso, superamos os 100 mil visitantes nos nove dias de festa”, argumentou. O presidente da festa avalia que o segredo do sucesso do evento inclui a qualidade do morango, atração principal da festa; o plano de mídia trabalhado com uma agência de publicidade; as novidades dentro do parque, como a nova estufa de exposição de morangos; a vila do morango; o Guinho inflável. “Além disso, as atrações musicais variadas, para todos os públicos, com destaque para os shows do Jota Quest e Fernando e Sorocaba que atraíram uma multidão, realizados em uma área coberta de primeiro mundo, que encantava a todos”, disse. Gerhard destacou ainda a dedicação dos expositores e pontos de alimentação, além do trabalho ágil nas bilheterias com um sistema totalmente informatizado e que contou com o trabalho comunitário dos estudantes que recebem auxílio transporte. “É muito importante estas horas revertidas em prol da festa. É bom para os dois lados, pois eles se inserem na festa e participam dela e a festa e o município tem um retorno em virtude do subsídio que o município concede a eles.”