Desfile inclusivo apresentou sonhos em forma de roupas em Lajeado

Município: Lajeado

Evento foi alusivo à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência, que ocorre de 21 a 28 de agosto CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Evento foi alusivo à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência, que ocorre de 21 a 28 de agosto CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Sonho. Essa foi a palavra que norteou o Desfile de Moda Inclusiva realizado pelo curso de Design de Moda da Univates em parceria com a empresa Mercur, que ocorreu na última segunda-feira, dia 22 de agosto, no Teatro Univates. No palco, transformando em passarela, 16 pessoas com deficiência desfilaram a materialização de seus sonhos em peças de roupas desenhadas pelas estudantes da instituição na disciplina Ergonomia Aplicada ao Design de Moda. O momento foi alusivo à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência, que ocorre de 21 a 28 de agosto.
Entre os looks, pedidos de fantasias de super-heróis, princesas e peças que facilitem o dia a dia de quem enfrenta as dificuldades da própria deficiência, e mais ainda preconceito e falta de opções de vestuários projetados especialmente para cegos, cadeirantes e amputados, entre outras deficiências. Para colocar no tecido tantos desejos, as madrinhas – ou estudantes de Design de Moda – realizaram entrevistas com seus afilhados e colocaram em prática a teoria vista em sala de aula.
A proposta envolveu o desfile de pessoas com idades e características diferentes em que os alunos do curso devem pensar e colocar em prática roupas que auxiliem e minimizem dificuldades. “Quando propusemos a ideia aos alunos, eles se sentiram desafiados. Até então, era só teoria, e, nesse momento, eles tiveram também contato prático. Fizeram entrevista com os modelos e conheceram as limitações de cada um, e é aí que a ergonomia entra, pois ajuda a sentir a dificuldade do outro e adaptá-la à moda”, conta Claudia Foletto, professora da disciplina.
Na plateia, os familiares dos modelos se emocionavam a cada entrada, ao mesmo tempo em que aplaudiam e incentivavam. Sueli Campiol estava tão ansiosa quanto a filha Fernanda Bozzetto. “Ela é sempre bastante ansiosa, mas desde ontem estava mais ainda. Depois da maquiagem, ela voltou muito feliz, porque é vaidosa e adora estar em público, então tenho certeza que desfilar é um sonho dela”, afirmou a mãe, que estava orgulhosa pela filha participar do desfile.
Relação com a moda foi debatida
Antes do desfile, uma roda de conversa abordou como a deficiência é vista por quem convive com ela. Vitória Cuervo, estilista, dona da marca que leva seu nome, pioneira a trabalhar com moda inclusiva no Rio Grande do Sul e dona do blog Ou Tudo Ou Moda; Bruna Rocha Silveira, autora do blog Esclerose Múltipla e eu, ativista e pesquisadora do movimento das pessoas com deficiência e doutora em Educação; Carlena Weber, assistente social, pós-graduada em Educação Especial e autora do livro A minha versão da história; Suzana das Graças Amaro, modelo que fez parte do desfile; e Ereneide Khahl da Cunha, aluna responsável pela criação do look da modelo Emanuele Rodrigue Castro, participaram da atividade. O momento foi mediado pela jornalista Gabriela Quevedo.
As participantes contaram sua história com a deficiência, a exemplo de Carlene, que adquiriu tetraplegia aos 21 anos, após sofrer um acidente. “Existe um lado muito difícil da deficiência no Brasil, mas a maior dificuldade é de as pessoas verem que temos possibilidades”, afirmou. Para ela, foi ao fazer reabilitação na rede Sarah Kubitschek, em Brasília, e conhecer outras pessoas com deficiência, que percebeu que não era a única e que poderia contar sua história em um livro. “Não quero ser herói para ninguém, quero viver a minha vida. E se eu puder inspirar alguém, que seja para as pessoas pensarem diferente”, disse.
Sobre moda, Vitória afirmou que sempre houve roupas adaptadas, mas há pouco tempo se fala em moda inclusiva. “Me interessei pelo assunto quando fiz meu trabalho de conclusão de curso e estudei a moda para mulheres cadeirantes. Depois disso, participei de desfiles inclusivos e sempre faço peças especiais nas minhas coleções, mais adaptadas a pessoas com deficiência, mas que podem ser usadas por todos”, exemplificou. Além do debate, o evento contou ainda com apresentação de dança da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Lajeado, Teutônia e Estrela.
Atividade despertou outro olhar
As estudantes de design Giulia Andreola, Ana Laura Costa, Lisiane Eckhardt e Carolina Werlang, e de design de moda, Ketlyin Aimi, foram surpreendidas pelo bate-papo antes do desfile. “Não sabíamos que ia acontecer, mas foi importante para ajudar na percepção que tivemos do desfile, abriu a nossa mente”, concordaram elas. “As pessoas com deficiência, muitas vezes, são vistas como inferiores, mas, no desfile, elas estavam em uma condição de igualdade”, avaliaram. Para as acadêmicas, o desfile foi uma lição de que é preciso se colocar no lugar do outro e que uma pedra pode ser um degrau, “mas melhor ainda se for uma rampa”.
Os modelos do desfile representaram várias associações e instituições de pessoas com deficiência: Apae dos municípios de Lajeado, Estrela e Cruzeiro do Sul; secretaria municipal de educação de Lajeado; secretaria municipal de educação de Estrela; Associação dos Deficientes Físicos de Lajeado (Adefil); Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (Apadev); Associação dos deficientes auditivos de Lajeado (Asla); e Clínica Escola de Fisioterapia da Univates.
O vice-reitor da Univates e presidente da Fundação Vale do Taquari de Educação e Desenvolvimento Social (Fuvates), professor Carlos Cândido da Silva Cyrne, deu as boas-vindas ao público na abertura do evento, afirmando que o convívio com pessoas com deficiência é um desafio gratificante. “Às vezes, não estamos preparados, mas é bom para ambos os lados. As pessoas com deficiência nos complementam e contribuem para aprendermos sempre”, disse. Ele conclui dizendo que essas pessoas “são iguais a qualquer um de nós, com sonhos, desejos, vontades e estão integradas em fazer deste um Brasil melhor”.

 

Educadores ambientais participam de encontros de formação em Erechim

Município: Erechim

Primeira etapa do curso aconteceu no dia 9 de agosto e, a segunda, no último dia 24 CRÉDITO: URI ERECHIM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Primeira etapa do curso aconteceu no dia 9 de agosto e, a segunda, no último dia 24 CRÉDITO: URI ERECHIM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Representantes de várias instituições da região, que fazem parte do Projeto Coletivo Educador do Alto Uruguai, têm se reunido para tratar da gestão de resíduos sólidos. O primeiro encontro ocorreu no dia 9 de agosto. Na ocasião, o Coletivo Educador, juntamente com o curso de Ciências Biológicas da URI, promoveu a primeira etapa do Curso de Formação de Educadores Ambientais. Participaram da atividade 130 profissionais das áreas da Educação, Saúde, Meio Ambiente e Extensão Rural de 32 municípios da região do Alto Uruguai gaúcho.
Nesta primeira etapa, aconteceram discussões sobre conservação e tratamento da água. Dentro dessa perspectiva, foram abordados os seguintes temas: bacia hidrográfica como unidade de planejamento e gestão ambiental, com o professor Vanderlei Secretti Decian, da URI; bioindicadores e qualidade da água, com a professora Rozane Maria Restello, também da URI; avaliação da qualidade da água na região do Alto Uruguai gaúcho, com a bióloga Cláudia Zanchett, da 11ª Coordenadoria Regionais de Saúde (CRS); e proteção de recursos hídricos e tratamento da água no meio rural e nas cidades, com Claudir Luiz Alves, da Corsan, engenheiro químico industrial Jean Carlos Merg e Fernanda Angonese, da Emater regional Erechim.
No primeiro dia da formação, também foi apresentado o Plano da Bacia Hidrográfica do Rio Passo Fundo e o diagnóstico inicial que está servindo de subsídio para a elaboração do Plano da Bacia Hidrográfica Apuaê-Inhandava, pelos presidentes dos Comitês de Bacia, Claudir Alves e Vanderlei Decian. A atividade gerou grandes discussões sobre a qualidade da água nos municípios da região. O segundo encontro da formação aconteceu na última quarta-feira, dia 24 de agosto, na URI.
O curso de formação de educadores ambientais é realizado em parceria com o Pelotão Ambiental de Erechim (Patram); 15ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE); 11ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS); Emater; Corsan; e Comitês das Bacias Hidrográficas Apuaê-Inhandava e Rio Passo Fundo.

 

Sistema informatizado de saúde chega aos agentes comunitários de Venâncio Aires

Município: Venâncio Aires

Método já é realidade para o grupo que atua no posto de Equipe de Saúde da Família do bairro Santa Tecla CRÉDITO: DANIELA RUPPENTHAL/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Método já é realidade para o grupo que atua no posto de Equipe de Saúde da Família do bairro Santa Tecla CRÉDITO: DANIELA RUPPENTHAL/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Os agentes comunitários de saúde (ACS) do município estão sendo integrados ao sistema informatizado de dados da rede pública de saúde. Conforme a secretaria municipal da Saúde, as fichas preenchidas manualmente em papel estão sendo substituídas por tablets, distribuídos a cada profissional da área. O método informatizado já é realidade para o grupo de agentes que atua no posto de Equipe de Saúde da Família (ESF) do bairro Santa Tecla. Ao longo dos próximos meses, o equipamento estará disponível para todos os 54 ACS do município.

As primeiras semanas de uso do tablet foram discutidas em reunião no dia 19 de agosto, no ESF Santa Tecla. A chegada do equipamento foi bem recebida pelo grupo que atua no local, já que permite a integração imediata das informações coletadas em cada visita domiciliar ao banco de dados da secretaria municipal da Saúde. Antes deste recurso, os questionários eram preenchidos em folhas de papel e transcritos manualmente para os computadores. A novidade vai atingir também aos agentes que atuam nas ESFs Macedo, Caic, Tabalar, Gressler e Mariante, bem como aos profissionais que atuam em áreas não abrangidas pelas equipes de saúde da família.
Os tablets dispõem de cadastro individual dos pacientes, questionário aos usuários da rede pública de saúde, com informações individuais, sociodemográficas e sobre os imóveis em que residem. O sistema permite o preenchimento de ficha completa de visita domiciliar, que visa ao acompanhamento especial quanto à situação de saúde em casos de hipertensos, diabéticos, asma, hanseníase, tuberculose, desnutrição, gestantes, recém-nascidos, câncer, uso de álcool ou drogas, entre outras informações.
Conforme o servidor público municipal responsável pela implantação, Selso Luís da Rosa, os dados processados pelos ACS nos tablets são transmitidos diretamente ao sistema informatizado da rede pública de saúde da cidade. O advento permite que os profissionais, em cada unidade de saúde, possuam um diagnóstico cada vez mais completo e preciso, com informações esmiuçadas sobre as condições de saúde e moradia do paciente e seu histórico de atendimentos. Este diagnóstico busca propiciar um atendimento mais específico e preciso às necessidades de cada usuário da rede de saúde.
Segundo Rosa, o uso dos tablets é mais um passo na informatização total do sistema de saúde do município. Ele destaca que todas as unidades de saúde, inclusive do interior, já estão interligadas no sistema próprio de gestão da pasta. O servidor frisa que o último passo é a implantação integral do prontuário médico eletrônico, que já está disponível nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), em todos os postos do tipo ESF e nas unidades de saúde de Centro Linha Brasil, Vila Deodoro e Vila Teresinha.
Os agentes comunitários de saúde são moradores das comunidades que atendem, sendo os responsáveis pelo diagnóstico inicial das demandas de saúde de cada região. Sua ação, através de visitas domiciliares, busca encontrar soluções para famílias afetadas por problemas causados por situações como moradia com problemas de saneamento básico, exclusão social, violência intrafamiliar e uso de drogas.
Já a implantação do atendimento com o uso de tablets faz a cidade aderir cada vez mais ao e-SUS AB (sigla para Atenção Básica), cumprindo exigência do Ministério da Saúde. O programa objetiva reestruturar os sistemas de informação de saúde e ampliar a atenção básica à população, oferecendo atendimento mais qualificado e prevenindo doenças através de um amplo leque de informações disponibilizadas aos profissionais que atendem na rede pública de saúde em cada município.

 

Mais de 2,8 mil pessoas prestigiam celebração da música em Teutônia, Estrela e Lajeado

Município: Estrela, Lajeado, Teutônia

Culto festivo no ginásio poliesportivo da Univates contou com a participação da Grande Orquestra e Coro CRÉDITO: LEANDRO AUGUSTO HAMESTER/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Culto festivo no ginásio poliesportivo da Univates contou com a participação da Grande Orquestra e Coro CRÉDITO: LEANDRO AUGUSTO HAMESTER/DIVULGAÇÃO/CIDADES

“Quem canta seus males espanta. Nós experimentamos um pedacinho do céu esta noite”. Estas foram as palavras do pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (Ieclb), Nestor Paulo Friedrich, no encerramento do 35º Encontro Nacional de Conjuntos Instrumentais (Encore) e do 16º Encontro Nacional de Corais (Encorse) da Rede Sinodal de Educação, realizado de 18 a 20 de agosto no Colégio Teutônia (CT), de Teutônia, no Colégio Martin Luther (CML), de Estrela, e no Colégio Alberto Torres (Ceat), de Lajeado.
O encerramento ocorreu na noite do último sábado, dia 20 de agosto, com culto festivo no ginásio poliesportivo da Univates, em Lajeado – celebração que contou com a participação da Grande Orquestra e Coro, reunindo mais de 800 estudantes e um público que superou as 2,8 mil pessoas. Esta foi a primeira vez em que os encontros nacionais de conjuntos instrumentais e de corais foram realizados no mesmo período e tendo como sedes três escolas de uma mesma região. Os eventos foram ações que integram comemoração dos 500 anos da Reforma Luterana, celebrada no dia 31 de outubro de 2017.
O culto festivo realizado na Univates foi conduzido pelo pastor sinodal, Gilciney Tetzner. Na oportunidade, os diretores do CT, Jonas Rückert, do CML, Andréa Desbessel, e do Ceat, Rodrigo Ulrich, agradeceram a todos os envolvidos e responsáveis pelo sucesso dos eventos. “Foram três dias muito intensos de arte, música, integração e de fortalecimento de valores e princípios fundamentais da nossa sociedade. Os eventos são o ponto alto de um trabalho em equipe e da máxima de que a união faz a força. As escolas aceitaram o desafio, pois acreditamos na educação que forma para além do espaço de sala de aula. Acreditamos que nossa cultura só irá evoluir se conseguirmos fazer desses estudantes pessoas melhores por um mundo melhor”, afirmaram.
O diretor-executivo da Rede Sinodal de Educação, Ruben Goldmeyer, igualmente elogiou o espírito comunitário e o empenho coletivo. “Nenhuma palavra faz tanto sentido quanto os acordes e vozes. É uma alegria contagiante podermos realizar este histórico concerto. O sentimento é de dever cumprido. Mais da metade das escolas da Rede Sinodal de Educação estiveram aqui representadas”, enalteceu. “A música faz parte da história da rede, assim como faz parte da história da nossa igreja. É sem sombra de dúvida um de nossos diferenciais e um de nossos pilares”, acrescentou.
O pastor presidente da Ieclb, Nestor Paulo Friedrich, exaltou o valor da música. “A música é um dos patrimônios de todas as igrejas cristãs, uma contribuição muito importante. Precisamos cultivar essa tradição com o envolvimento dos jovens. A música é um exercício de cidadania, visto que, em uma orquestra e em um coral, você até pode fazer o solo, mas não faz nada sozinho, é preciso se socializar, tocar com outros, colocar seu dom ao lado do outro, e o resultado final é magnífico”, frisou. Em uma avaliação do culto festivo, com mais de 800 jovens cantores e instrumentistas, Friedrich classificou como uma celebração de vida. “É um exercício de caminhar juntos por três dias. As escolas não ensinam apenas para que os estudantes vençam no vestibular, as escolas ensinam a dar conta da vida, e a vida é algo muito frágil, que precisa de cuidados, de carinho e de paixão. Isso os jovens aprendem no colégio, com experiências como do EncorE e do Encorse”, finalizou.
Anterior ao culto festivo de sábado, CT, CML e CEAT sediaram etapas do Encore e do Encorse em suas escolas. Coordenador do evento em Teutônia, o professor Karry Baukat se disse extremamente feliz com o resultado final, agradecendo a colaboração de todos, em especial às famílias hospedeiras. “Um evento desta amplitude não se pensa e não se faz sozinho. Foi um imenso prazer partilhar de momentos como esse, de muita alegria, que com certeza jamais serão esquecidos e ficam marcados na história”, disse. O diretor do CT, Jonas Rückert igualmente agradeceu a participação de escolas, estudantes e comunidade. “Foi um evento muito especial, de entusiasmo puro, uma fagulha de esperança para nosso Brasil. Momentos de enorme valor e grande significância”, concluiu.
O 35º Encore e o 16º Encorse foram uma promoção da Rede Sinodal de Educação, parceria com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. A realização foi dos colégios Teutônia, Martin Luther e Evangélico Alberto Torres, com apoio de Univates, Fruki, Docile e cooperativas Languiru e Sicredi.

 

Atividades diversificadas marcam aniversário do Museu da URI Erechim

Município: Erechim

Local recebeu a visita de escolas e alunos puderam conhecer mais sobre a fauna e a flora brasileiras CRÉDITO: URI ERECHIM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Local recebeu a visita de escolas e alunos puderam conhecer mais sobre a fauna e a flora brasileiras CRÉDITO: URI ERECHIM/DIVULGAÇÃO/CIDADES

No último dia 10 de agosto, o Museu Regional do Alto Uruguai (Murau) – completou 31 anos. Inaugurado em 1985, o museu segue ao longo dos anos promovendo o ensino, pesquisa e extensão nas áreas de Ciências Biológicas, História e Antropologia. As comemorações de aniversário seguem durante o mês de agosto e estão sendo marcadas por várias atividades.
As crianças do Programa Mais Educação, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Othelo Rosa, participaram da oficina Conhecendo a fauna urbana e silvestre. Eles puderam aprender sobre as diferenças e curiosidades a respeito de animais que vivem em ecossistemas naturais e os encontrados em centros urbanos. Segundo a professora da Escola, Patrícia Ril de Ré, a atividade propiciou “uma maravilhosa experiência, pois eles saíram encantados”.
O museu também foi visitado pelos alunos da Escola Adventista de Erechim, que conheceram exemplares da fauna e flora brasileira e aprenderam sobre a grande biodiversidade existente no país, bem como a importância da conservação do meio ambiente. Em outra visita, os novos integrantes da Associação de Bombeiros Civis participaram do minicurso “Animais Peçonhentos: características e curiosidades”. O grupo pode conhecer os principais animais peçonhentos de importância médica da região e, em seguida, observar exemplares de serpentes, aranhas, escorpiões, lagartas, entre outros pertencentes às coleções do museu.
Além dos participantes das atividades, inúmeros visitantes da comunidade passaram pelas exposições. Mais informações e novidades podem ser conferidas através da página www.facebook.com/urimurau e visitas de grupos podem ser agendadas pelo telefone (0xx54) 3520-9000, ramal 9110.
Projeto da Engenharia de Alimentos recebe alunos do Ensino Médio
Colocar os alunos do Ensino Médio em contato com a universidade, por meio da execução de práticas experimentais em laboratórios da URI. Esta é a finalidade do Projeto Experimentando Engenharia de Alimentos que realizou mais uma atividade, desta vez com os alunos do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Irineu Evangelista de Souza, de Erebango.
Nesse evento, foi realizada a prática de extração de óleos vegetais e determinação do índice de peróxido em óleos, visando a quantificação da sua deterioração. Antes disso, os alunos acompanharam uma explicação teórica sobre as principais diferenças entre óleos e gorduras, como auxiliam (ômega 3 e 6) e afetam (gorduras trans) a saúde e como determinar o índice de peróxido por meio de um teste simples de titulação.
Na aula teórica, foi utilizada a projeção de imagens em slides como recurso para auxiliar a compreensão dos alunos, os quais se mostraram muito interessados, participativos e felizes com a oportunidade de conhecerem as peculiaridades de um laboratório. Os alunos, durante o experimento, foram acompanhados de professores e alunos de pós-doutorado em Engenharia de Alimentos, com o intuito de auxiliá-los no desenvolvimento da prática.