Centro de Educação Ambiental será inaugurado nesta semana em Esteio

Município: Esteio

Local vai atender alunos das escolas de Educação Básica do município e grupos de pessoas, mediante agendamento CRÉDITO: LUCIANA ABDUR/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Local vai atender alunos das escolas de Educação Básica do município e grupos de pessoas, mediante agendamento CRÉDITO: LUCIANA ABDUR/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Agendado para ser aberto ao público nesta sexta-feira, dia 27 de abril, o Centro de Educação Ambiental está recebendo as últimas intervenções antes da inauguração. O local, que fica junto à secretaria municipal de Meio Ambiente (SMMA), dentro do Parque Galvany Guedes (avenida Porto Alegre, nº 505, Jardim Planalto), atenderá, via agendamento, alunos das escolas de Educação Básica do município e grupos de pessoas, realizando atividades voltadas à conscientização sobre os cuidados com o meio ambiente.
A coordenadora da Educação Ambiental, Daniela Tomaz, comenta que o espaço será uma significativa ferramenta para tratar de assuntos ambientais com o público. “Serão abordados temas bem relevantes quanto à importância do descarte consciente dos resíduos, coleta seletiva, reciclagem, bem-estar animal e a importância da água, entre outros temas. Enfim, será um espaço com mais de 30 atividades. O objetivo é expandir o assunto. Quanto maior o número de pessoas atingidas com essa temática, mais favorecida estará a ambiência do nosso município e a qualidade de vida dos moradores”, disse.
A sala nomeada Espaço Mundo é um dos principais atrativos do centro. O mobiliário foi construído com materiais reaproveitados, como caixotes, paletes, pneus e carretéis. Na entrada, foi instalada uma ecobrinquedoteca destinada ao público infantil, com brinquedos confeccionados com elementos da natureza, como pedras, folhas e galhos, ou com materiais reciclados. Ao lado, o espaço Sustentare oferecerá atividades relacionadas ao meio ambiente, com desenho e pintura.
No centro da sala, há o Cesto dos Tesouros Naturais, cheio de materiais como conchas, pinhas e pedras, estimulando a percepção de texturas e sensações táteis diversas. O Jardim de Cheiros propõe uma interação do visitante com a natureza, ao estimular o olfato. A Trilha Ecosensorial, composta por galhos, cascas de arroz, folhas secas, areia da praia, sementes, serragem e palhas, oferece diferentes sensações para quem caminhar ou tocar nos materiais.
Além disso, duas árvores fazem parte da decoração. Em torno de duas colunas de metal, as estruturas dos troncos foram produzidas com papel machê e, as folhas, com folders usados. No lado externo, um espaço de convivência à sombra das árvores, com mesa, bancos, poltronas, floreira, lixeiras sustentáveis, mini horta de paletes, minhocário e espiral de chás, possibilita ao visitante apreciar a natureza ou descansar. As escolas ou grupos interessados em conhecer o novo espaço devem entrar em contato com a SMMA através do telefone (0xx51) 3433-8180 e falar com Daniela Tomaz.

Sala Google é oficialmente inaugurada no Colégio Teutônia 

Município: Teutônia

Solenidade contou com estudantes, professores, colaboradores, direção e Associação de Pais e Professores CRÉDITO: LEANDRO AUGUSTO HAMESTER/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Solenidade contou com estudantes, professores, colaboradores, direção e Associação de Pais e Professores CRÉDITO: LEANDRO AUGUSTO HAMESTER/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Neste mês, ocorreu a inauguração oficial da Sala Google do Colégio Teutônia (CT), um novo espaço que desmistifica os tradicionais modelos de ensino e de ambiente arquitetônico, estimulando a interação e a relação mais próxima entre professores e estudantes. A solenidade contou com a participação de estudantes, professores, colaboradores, direção do CT e da Associação de Pais e Professores (APP), que contribuiu com o repasse de recursos financeiros fundamentais para a estruturação do espaço físico, além da imprensa.
O diretor do educandário, Jonas Rückert, explicou o conceito de Sala Google. “Não se trata apenas de uma sala de aula, mas de um grande projeto Google no Colégio Teutônia. A tecnologia é uma grande ferramenta para impulsionar o que de mais especial queremos realizar aqui em todos os dias de trabalho: compartilhar conhecimentos e aprendizagens. Objetivamos oferecer uma escola com projetos, processos e estrutura de referência. Este projeto veio para ficar”, frisou, lembrando ainda a formação Google destinada aos professores e funcionários do CT. Para o desenlace da fita inaugural, foram convidados os estudantes da 3ª série do Ensino Médio, além do ex-presidente da APP, Airton Kist, que encerrou seu mandato frente à associação no mês de março, e o novo presidente da entidade, Beto Aurélio Markus.
Após a solenidade, a aula inaugural foi de Química, para a 3ª série do Ensino Médio. O professor Mariano Rodrigues abordou as reações de saponificação e a biodegradabilidade, com os estudantes trabalhando em equipe para pesquisa conjunta e elaboração de texto informativo. “Apesar dessa geração estar permanentemente conectada, inicialmente a turma ‘estranhou’, pois foi desafiada. Os estudantes foram tirados da zona de conforto, com o aprendizado sendo realizado por eles próprios e o professor auxiliando como um elo nesse processo. Ao fim da aula, a turma saiu satisfeita e solicitando mais atividades na Sala Google”, destaca Rodrigues.
O professor ainda elogia o investimento realizado no novo espaço educacional. “É um novo conceito em educação. A Sala Google, com sua disposição diferenciada e com Chromebooks para os estudantes, permite uma maior interação com os educandos, saindo do ambiente convencional de sala de aula, tornado o aprendizado significativo a partir da utilização de metodologias ativas. O aluno torna-se protagonista no processo de ensino-aprendizagem. Com o aplicativo Classroom, o professor pode estar em contato diário com os estudantes, postando vídeos, textos e tarefas on-line neste ambiente de aprendizagem, com os estudantes tendo, inclusive, a oportunidade de desenvolver essas tarefas em casa, a partir do seu celular”, conclui.
Na Sala Google, ao invés das tradicionais classes, há pufes e almofadas; e, substituindo PCs e notebooks, toda agilidade e tecnologia dos Chromebooks. A Educação Básica e a Educação Profissional do Colégio Teutônia têm acesso ao novo espaço, cujo processo de transição dos tradicionais laboratórios de informática, que seguirão atendendo estudantes e professores com a utilização de softwares convencionais, está ocorrendo de forma gradual. O projeto, além do ambiente especial, ainda conta com a adesão do CT à plataforma Google for Education (Google para Educação), uma série de ferramentas de comunicação acessíveis a qualquer momento e por meio de qualquer dispositivo, que potencializam a relação entre escola, estudantes e comunidade escolar.

Pesquisa da Univates, em Lajeado, visa favorecer a produção de mudas de erva-mate

Município: Lajeado

Projeto é realizado pelos programas de pós-graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis e em Biotecnologia, no Tecnovates CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Projeto é realizado pelos programas de pós-graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis e em Biotecnologia, no Tecnovates CRÉDITO: NICOLE MORÁS/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A biotecnologia também pode contribuir para favorecer o desenvolvimento de plantas, garantindo melhor qualidade. E é com esse viés que é realizada, no Programa de Pós-Graduação em Sistemas Ambientais Sustentáveis (Ppgsas) e no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBiotec) da Universidade do Vale do Taquari (Univates), a pesquisa Qualificação na produção de mudas de erva-mate, vinculada ao Projeto Estudo de comunidades vegetais da Depressão Central do Rio Grande do Sul: riqueza florística, estrutura e potencialidades, coordenado pela doutora Elisete de Freitas. Neste estudo, um dos focos é o desenvolvimento de um protocolo que promova o aumento do índice de germinação de sementes de erva-mate e a qualidade das mudas.
Devido à relevância econômica da erva-mate para a região alta do Vale do Taquari, além de estar relacionada a um símbolo da cultura gaúcha, com o chimarrão, a pesquisa foi uma das selecionadas pelo Programa de Apoio aos Polos Tecnológicos, da secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sdect), que repassou o valor de R$ 699.066,05 ao Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari (Tecnovates), com contrapartida da Univates de
R$ 176.639,68, para a compra de equipamentos importantes para o estudo.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, a primeira parte do estudo consiste em melhorar a germinação das sementes de erva-mate, uma vez que menos de 20% das sementes germinam pelo método de estratificação utilizado pelos produtores de mudas. Nesse método, após a limpeza dos frutos, as sementes são colocadas em sacos de areia que ficam enterrados por um período médio de seis meses para que então elas sejam semeadas. “Percebemos que, dessa forma, não ocorre uma germinação uniforme, pois algumas sementes podem levar até três anos para se germinar”, afirma Elisete.
Estudos preliminares com outros métodos de estratificação das sementes já mostraram que é possível alcançar cerca de 40% de germinação e obter mudas de maior qualidade e mais uniformes. “Por isso, a pesquisa busca identificar quais fatores estão influenciando para o alcance dos resultados obtidos nos testes já realizados para que seja desenvolvido um protocolo de estratificação das sementes capaz de promover maior germinação e a geração de mudas com maior uniformidade e qualidade em menor período de tempo”, explica Elisete.
Para isso, o trabalho conta com a colaboração de outros pesquisadores do PPGBiotec, que garantem vários olhares para a mesma questão. A pesquisa também é realizada em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), campus de Lages, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Cascavel.
A pesquisa conta, ainda, com a colaboração de produtores de erva-mate, ervateiras e, principalmente, de viveiristas. “Foi a partir do contato com eles que identificamos que um dos maiores problemas da cadeia produtiva é a dificuldade de se obter mudas de qualidade. E foi esse o nosso foco ao elaborar o projeto. Nosso olhar está voltado para essa demanda, de forma que os resultados obtidos com nossa pesquisa serão disponibilizados para a comunidade produtora. Dessa forma, pretendemos contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva da erva-mate, que tem uma busca constante por melhorias e hoje já desenvolve outros produtos e exporta parte de sua produção”, finaliza Elisete.
Em um segundo momento da pesquisa, que deve ocorrer a partir de 2019, será verificado o potencial alelopático dos frutos, ou seja, a capacidade que eles têm em inibir o crescimento e a germinação de outras plantas, vislumbrando o desenvolvimento futuro de herbicidas naturais. Com isso, os frutos poderiam ser utilizados no controle natural de pragas e invasoras em ecossistemas naturais ou em sistemas de cultivo.
De acordo com Elisete, a motivação para este estudo é a subutilização da erva-mate. “Geralmente, utilizam-se as folhas para a produção da erva-mate, mas existe um potencial também para o aproveitamento dos frutos”, analisa. A pesquisadora acrescenta que há pesquisas da década de 1980 que indicam a função alelopática do extrato da erva-mate e, desde então, não há registro de nenhum estudo que complemente os dados obtidos na época.

Curso de artesanato reúne quem busca por renda e lazer em Sapucaia do Sul

Município: Sapucaia do Sul

Atividades ocorrem na Coordenaria da Mulher, dentro do Projeto Elas - ação em construção CRÉDITO: DANIELA ROCHA LIMA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Atividades ocorrem na Coordenaria da Mulher, dentro do Projeto Elas – ação em construção CRÉDITO: DANIELA ROCHA LIMA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Munidas de pedaços de tecidos, linhas e muita criatividade, um grupo de mulheres sapucaienses passa as tardes de terças-feiras fazendo artesanato e conversando. Elas são alunas do curso de Decoração e artesanato, promovido pela prefeitura, através da Coordenadoria da Mulher, dentro do Projeto Elas – ação em construção.
A iniciativa tem como principal objetivo a geração de renda, mas também visa à criação de vínculos entre as envolvidas. As aulas semanais se iniciaram no fim de março e seguem até junho. Segundo a professora Ana Maria Belchior de Souza, as alunas aprenderão a fazer vários itens decorativos para casa, usando como base a costura. “Elas já aprenderam a fazer peso de porta, guirlanda e suporte para papel higiênico, e poderão gerar renda com isso. Ensino a técnica, mas, com criatividade, elas podem fazer coisas diferentes. Aqui, ensino com amor, e também aprendo com elas”, disse. Ana é artesã há 30 anos e ministra o curso de forma voluntária.
Em tratamento quimioterápico para combater um câncer de mama, Leandra Ramos, de 45 anos, buscou o curso para se distrair. “Por causa do meu tratamento, tive que parar de trabalhar. Artesanato para mim é um hobby, sinto-me muito bem aqui. Também estou me aprimorando, pois já fiz outros cursos de artesanato promovidos pela prefeitura, e posso fazer alguma coisa em casa para vender”, comentou Leandra, que tem como colega de curso a filha Bianca Ramos Cabral, de 13 anos.
Já a aposentada Diraci Martins, de 59 anos, conta que mal sabia pegar uma agulha e que teve receio de não conseguir aprender as técnicas ensinadas. “Queria ocupar meu tempo, mas fiquei com medo de não conseguir acompanhar. Mas esta é a quarta aula e já fiz quatro trabalhos, que estão enfeitando a minha casa. Estou gostando muito”, contou. Por meio do Projeto Elas – ação em construção, outra turma de Decoração e artesanato tem aulas nas quintas-feiras, enquanto um grupo se encontra nas quartas-feiras para as aulas de Pintura em tecido – módulo 2.

Fiema Brasil 2018 deixa legado de inspiração e ideias em Bento Gonçalves

Município: Bento Gonçalves

Cerca de 8 mil pessoas acompanharam os três dias de programação da feira CRÉDITO: ANA CRIS PHOTO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Cerca de 8 mil pessoas acompanharam os três dias de programação da feira CRÉDITO: ANA CRIS PHOTO/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O legado da Feira de Negócios, Tecnologia e Conhecimento em Meio Ambiente (Fiema) Brasil 2018 versa, principalmente, no despertar de ideias que renovam a percepção da sociedade acerca da gestão ambiental. A feira encerrou sua oitava edição, realizada entre 10 e 12 de abril no parque de eventos de Bento Gonçalves, com um saldo de incontáveis soluções exibidas por cerca de 100 empresas expositoras e novos conceitos abordados em mais de 50 palestras técnicas que ocorreram no período. Foram mais de 7,6 mil pessoas, entre visitantes profissionais, acadêmicos e lideranças setoriais que participaram da programação.
Transpondo um cenário de adversidades para sua realização – comum a boa parte das feiras de negócios, em razão da recessão econômica enfrentada pelo País em 2017 -, a Fiema Brasil 2018 tem a marca da superação. “Dedicamos muito trabalho nos preparativos e, graças a esse envolvimento, conseguimos oferecer aos expositores e visitantes um encontro de alto padrão. Foi uma feira inspiradora”, avaliou o presidente da oitava edição, Jones Favretto.
Essa contribuição tende a gerar retornos positivos a longo prazo para a sociedade, uma vez que está diretamente ligada à disruptura de conceitos e paradigmas. “A Fiema Brasil 2018 foi uma feira de ideias. Cada participante foi impactado por uma série de novas informações, possibilidades e descobertas que vão se propagar de forma exponencial pela sociedade”, diz Neri Basso, presidente da Fundação Proamb, entidade promotora do encontro. A Fiema Brasil tem sua nona edição confirmada para ocorrer em 2020, de 14 a 16 de abril.
Painel propõe comissão para transformar resíduos em desenvolvimento
O inédito painel que encerrou a divisão voltada ao conhecimento na Fiema, na tarde de 12 e abril, apresentou um plano envolvendo uma comissão multidisciplinar para transformar resíduos em oportunidades de desenvolvimento social, econômico e ambiental no Estado. Números apresentados no 1º Seminário Internacional de Resíduos Industriais e Urbanos, baseados no Plano Estadual de Resíduos Sólidos elaborado pelo governo do Estado, mostram que, anualmente, o Rio Grande do Sul produz 275 milhões de quilos de resíduos. “Precisaríamos apenas 14% disso para gerar energia elétrica suficiente para abastecer a demanda do Estado”, disse Francisco Leme, diretor do seminário.
O melhor é que esta tecnologia (coprocessamento) está disponível no Brasil, portanto, o Estado tem uma grande oportunidade para desenvolver uma nova cadeia de negócios sustentável. “Queremos fazer do Rio Grande do Sul um exemplo para todo o País”, anunciou Leme. Atualmente, 75,7% dos municípios gaúchos enviam seus resíduos sólidos urbanos para aterros sanitários e outros 4,6% para aterros controlados – dos outros quase 20% não há informação. Hoje, o mundo produz, anualmente, 2 bilhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, sendo apenas 4% utilizados como forma de energia.
A comissão apresentada pela Fundação Proamb durante o seminário ainda é integrada pelo governo do Estado, por meio da secretaria Estadual do Desenvolvimento e Ambiente Sustentável (Sema); do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); do Ministério Público Estadual; de consultores; e de representantes de Portugal e Finlândia.
Os dois países também apresentaram seus cases durante o encontro e participaram da primeira reunião da comissão, ocorrida logo após o encerramento das palestras. Em Portugal, os lixões foram erradicados em 20 anos, e essas áreas foram recuperadas. Já a Finlândia é referência no desenvolvimento de tecnologias integradas de recuperação energética e controle de emissões de resíduos sólidos. O país recicla ou transforma em energia 97% de seus resíduos urbanos.
ExpoBento já tem 88% dos espaços comercializados
Faltam menos de 60 dias para a 28ª ExpoBento – maior feira multissetorial do País -, e 88% dos espaços de exposição já estão confirmados, refletindo a confiança e a expectativa das empresas participantes na realização de bons negócios. Os segmentos mais adiantados na comercialização são gastronomia, oferecendo aos visitantes múltiplas opções de refeições, com destaque para as culinárias italiana, japonesa e chinesa, entre outras, e lanches para todos os gostos; moda; variedades; e imóveis, além de automóveis e de 40 estandes previstos para a agroindústria. A ExpoBento 2018 ocorrerá de 7 a 17 de junho, no parque de eventos de Bento Gonçalves, reunindo um mundo de opções em mais de 400 espaços de empresas, entidades e prestadores de serviços.
O planejamento para a reta final do período de vendas é dar continuidade às transações para que esta seja mais uma edição com números de sucesso. “A ExpoBento é referência para expositores que buscam divulgar sua marca, vender mercadorias e alinhar negócios estratégicos. Com toda essa credibilidade, a expectativa é termos 100% dos espaços comercializados em pouco tempo”, projeta o diretor de comercialização da feira, José Carlos Zortéa. Promovida pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG), a ExpoBento é uma feira que se reinventa a cada ano, sempre apresentando algum diferencial aos visitantes e expositores, tanto no layout quanto nas atrações. Como resultado, é referência para encontros de negócios dos setores do comércio, indústria e serviços, além de reservar programações de lazer para toda a família.